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| O poder destrutivo das impressões erradas |
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Nunca se tem uma segunda oportunidade de causar uma boa primeira impressão. Precisamos de forma definitiva de um equilíbrio entre crenças e comportamentos. Apreciamos ouvir a exposição dos textos terapêuticos da Bíblia, em especial quando eles nos atingem, mas continuamos descrentes quanto ao mesmo poder da palavra de Deus na vida do próximo. Esse desequilíbrio entre o que cremos e a ausência de influência do nosso credo são indícios de novas criaturas formadas em formas aleijadas e aleijantes. As impressões partem de onde menos esperamos, desde aqueles que julgamos modelos de maturidade, até atingir aquela fatia da cristandade que é refém quase que irreversível da “síndrome do farisaísmo”, que julga o próximo com o pior que possuem dentro de si. Esta postura, que é reflexo direto de memórias traumáticas, que constrói um círculo vicioso em que quem foi vítima, faz reféns do mesmo mal, o hábito cancerígeno das relações humanas: o prejulgamento. Mas, se nos serve de consolo, a Bíblia, em sua particularidade singular dentre as demais literaturas religiosas, não costuma esconder as falhas grosseiras das suas personagens, antes descreve as mazelas emocionais e espirituais das vítimas das impressões erradas. Em especial, Davi, filho de Jessé, o belemita. Quando da sua escolha sofreu prejulgamento no contexto familiar e palaciano, sendo alvejado desde a primeira aparição em um momento crítico da sua nação. I Sm registra cinco impressões erradas construídas quando da sua atitude altruísta de resgatar a honra manchada de Israel. Vamos às cinco impressões:
As impressões erradas já fizeram e continuam fazendo muitas vítimas; a cura para este mal é o equilíbrio nas nossas avaliações e relacionamentos marcados por confiança nas pessoas.
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