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Qui, 11 de Março de 2010 20:10 |
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Um pastor assírio, acusado pelo governo iraniano de “converter muçulmanos”, está sendo torturado na prisão e ameaçado de morte.
No dia 2 de fevereiro, agentes de segurança prenderam o reverendo Wilson Issavi, 65, após uma reunião de oração na casa de um amigo em Isfahan (saiba mais). Uma cidade de mais de 1,5 de habitantes, Isfahan fica a 335 km ao sul de Teerã.
De acordo com a rede de notícias cristã Farsi, a esposa de Issavi, Medline Nazanin, visitou seu marido na prisão, onde percebeu que ele apresentava sinais de tortura e estava em estado crítico. Os oficiais da Inteligência iraniana disseram para Nazanin que seu marido poderia ser executado por suas atividades ilegais.
Issavi é o pastor da Igreja Evangélica de Kermanshah em Isfahan, uma congregação da Assembleia de Deus que cuida da população assíria.
Durante a invasão, a polícia do estado prendeu todos que estavam na casa, mas depois os liberou, permanecendo detidos apenas Issavi e o dono da casa. Os oficiais de segurança também confiscaram bens da casa. Normalmente, em prisões de cristãos no Irã, os policiais confiscam todos os documentos, materiais, computadores e documentação pessoal. Issavi está detido em uma prisão não identificada.
A prisão parece ser parte de uma “varredura” anticristã que está acontecendo em Isfahan. Além das detenções e execuções com motivações políticas que aconteceram depois das eleições de junho passado, parece que as autoridades estão “cercando” os líderes cristãos.
Fonte: Compass Direct
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Qua, 10 de Março de 2010 17:30 |
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ÍNDIA (26º) - Recentemente, dois cristãos em Karwar foram atacados. Eles sofreram graves ferimentos na cabeça e fraturas nos membros.
De acordo com uma reportagem publicada no site do Global Council of Indian Christians (GCIC), David Lambani, 25, e Satish, 34, são membros da Comunidade Nova Vida.
A denominação, afiliada da Igreja Presbiteriana, colocou Lambani e Satish como responsáveis pela construção do templo. No dia 28 de fevereiro, por volta das 6h30min, extremistas hindus invadiram a casa dos cristãos.
O GCIC relatou que os cristãos foram falsamente acusados de realizar conversões forçadas e receberam diversos insultos. Os integrantes do grupo RSS agrediram os cristãos com paus e os deixaram inconscientes. O tímpano esquerdo de Lambani foi prejudicado, e ele perdeu a audição. Satish tem diversos ferimentos e ossos quebrados.
O GCIC afirmou que Lambani e Satish foram levados imediatamente para um hospital próximo, onde receberam cuidados médicos.
Os cristãos pedem oração por Lambani e Satish.
Fonte: ANS e MPA
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Ter, 09 de Março de 2010 15:03 |
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Nesta terça-feira, 2 de março, um tribunal paquistanês condenou um casal cristão a 25 anos de prisão por sujar o Alcorão.
De acordo com o Centro de ajuda legal, assistência e assentamento (CLAAS), Munir Masih e Ruqqiya Bibi foram acusados de tocar o Alcorão sem lavar as mãos.
A acusação de blasfêmia foi registrada contra Ruqqiya Bibi e seu marido Munir Masih no dia 19 de dezembro de 2008, sob a seção 295-B do Código Penal do Paquistão, na delegacia de Mustafabad, em Kasur.
Nasir Saeed, diretor do CLAAS, disse que o casal teve direito à fiança, mas os extremistas muçulmanos pressionaram a polícia a envolver o casal em uma acusação de blasfêmia contra Maomé, o que pode levar à pena de morte.
Novamente, o casal conseguiu o direito à fiança.
A última audiência sobre o caso aconteceu no dia 18 de fevereiro de 2010.
O advogado do casal, Tahir Gul Sadiq, relatou que Ruqqiya Bibi e Munir Masih foram condenados pelo juiz Ajmal Hussein a 25 anos de prisão.
Ele conta que a polícia levou Ruqqiya Bibi e seu marido Munir Masih do tribunal, e depois enviou Masih para a prisão de Kasur e Ruqqiya para a Prisão Feminina de Multan.
“Estamos muito tristes com a maneira como tudo terminou, e o CLAAS vai apelar da decisão do tribunal, em favor de Ruqqiya Bibi e seu marido Munir Masih.”
Fonte: ANS
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Qui, 04 de Março de 2010 13:07 |
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O líder da Associação Cristã da Nigéria (CAN) no estado de Zamfara disse estar desapontado devido à falta de respostas da polícia do Estado em relação aos incêndios a igrejas.
“É uma pena que não haja nenhuma reação da polícia. Mesmo o governador se recusou a nos encontrar”, disse o presidente da CAN, pastor Edwin Okpara.
O templo da congregação Igreja de Deus Cristãos Redimidos em Tudun Wada foi parcialmente queimado no dia 25 de janeiro, e a Igreja Bíblica Fé Cristã e a Capela Fundação de Fé Viva, ambas em Gusau, foram parcialmente incendiadas em 20 e 24 de janeiro, respectivamente. Zamfara, um dos estados com mais muçulmanos no norte da Nigéria, foi o primeiro no país a implementar a sharia (lei islâmica).
Em uma petição de 26 de janeiro, a CAN declarou que os incêndios vieram como resultado de “uma grande conspiração para causar danos a igrejas e cristãos no estado por causa da crise religiosa em Jos, no estado de Plateau”.
A associação alegou que aqueles que atacaram as igrejas em Zamfara foram encorajados porque nenhum oficial tomou alguma atitude para prender os responsáveis pelos ataques em Jos. Dois pastores e mais 46 cristãos foram mortos durante a violência em Jos no dia 17 de janeiro, quando jovens muçulmanos atacaram uma igreja católica; 10 templos foram incendiados, e a polícia estima que mais de 300 pessoas perderam suas vidas.
“Estamos muito preocupados por causa do pânico que esses ataques geraram entre os cristãos, e pedimos que todas as medidas necessárias sejam tomadas para garantir a segurança de cristãos e muçulmanos no estado como cidadãos da Nigéria”, declara a petição da CAN. “Apesar destes ataques e provocações, a igreja e os cristãos, como um povo pacificador, mantiveram a calma e não têm planos de retaliar, mas apelamos a vocês, para que ajam e protejam nossos interesses.”
O Comando da Polícia do Estado não estava disponível para comentar sobre o pedido da CAN.
O pastor Edwin Okpara lamenta que os cristãos no estado tenham sofrido em silêncio, com poucos meios de atrair a atenção para o seu sofrimento.
“O nível de perseguição em Zamfara é alarmante, mais do que em qualquer outro estado no país. Nem mesmo em Sokoto ou Kano os cristãos são sujeitos a esse tipo de discriminação.”
Fonte: Compass Direct
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Seg, 01 de Março de 2010 12:35 |
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Marcos Antonio Astete Quincha, missionário que trabalha na ilha de Robson Crusoé, localizada no arquipélago de Juan Fernandez, que teve 3 km destruída por ondas de três metros, não estava na ilha no momento do tsunami. Segundo pastor Cesino Bernardino, presidente dos Gideões Missionários da Última Hora, que se encontra no Chile, todos missionários da...
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