Sejam bem vindos em mais um grande projeto dos Gideões Missionários da Última Hora. Porém, desta vez queremos apresentar um projeto, ou uma história, na realidade não sei muito bem como chamá-lo E na medida em que, fomos vivendo essa história ou essa viagem, descobrimos que estávamos entrando no território dos “ Excluídos da terra”. Projeto Paraíba: Um povo excluído do Brasil. Vivendo uma história que desconhecemos.

Sejam bem vindos em mais um grande projeto dos Gideões Missionários da Última Hora.

Porém, desta vez queremos apresentar um projeto, ou uma história, na realidade não sei muito bem como chamá-lo.

E na medida em que, fomos vivendo essa história ou essa viagem, descobrimos que estávamos entrando no território dos “ Excluídos da terra”.

Projeto Paraíba: Um povo excluído do Brasil. Vivendo uma história que desconhecemos.

Nessa pagina, você saberá em detalhes como foi a nossa viagem missionária ao interior do Nordeste Brasileiro, saberá como e de que forma eles sobrevivem em um lugar esquecido pela sociedade brasileira.

Claro que foi um desafio aceitar a viagem missionária ao interior do Brasil, mais propriamente conhecido como Nordeste, um lugar quente, seco e abandonado.

Pelo fato de já conhecer o sertão, sabia que não encontraria nada fácil pelo caminho, mas é claro que não imaginava mesmo que viveria momentos como aqueles que com certeza marcariam a minha vida.

Quando falo em marcar a minha vida, falo de algo que realmente me impactaria, que mexeria com meus sentimentos em relação a humanidade, ou seja, em relação a minha vida cotidiana que seria 100% diferente do cotidiano dos sertanejos.

Sertanejos cansados, enganados, mal amados, ou seja, realmente abandonados dos olhos dos outros brasileiros.

Estou tentando falar de um povo que nasceu no Brasil, mas que nunca foram registrados, ou não tiveram a oportunidade de ser reconhecidos como seres humanos ou apenas como cidadão Brasileiro.

Um povo que para sobreviver caminha mais de 25 quilômetros a pé subindo e descendo morros com um balde na cabeça a procura de uma poça de água da última chuva que com certeza quase não existe mais, porém eles continuam procurando. E, quando acham essa poça de água já esta no fim e, o que mais se encontra nela são fezes de animais, muitos vermes, sinal de uma futura enfermidade. Eu trocaria por doença futura.

Mas o que fazer??? Eles são dali. Não tem outra saída. Ninguém se importa com isso, se morrerem, não sentiram falta. Melhor assim como coloquei.

E dessa forma vão vivendo. Vivendo??? Isso até parece uma forma irônica de decifrar a vida, uma vida que não vale praticamente nada.

Vida de um pai de família que quando consegue um emprego no cizal, que não é fácil, respira fundo com a certeza que dará de comer aos seus muitos filhos. Entretanto, para que isso ocorra terá que disputar essa vaga com centenas de outros pais, que se encontram em situação igual. Para ganhar um salário que lhe é digno, preste atenção: Um salário digno, R$ 13,00 (treze reais), por semana. Desculpe, a minha intenção não foi impressioná-lo.

Peço desculpa outra vez, mas gostaria que você ficasse sim impressionado. Isso, impressionado, pois você não consegue sobreviver com esse valor, mas os sertanejos sim. Você, nesse momento, deve estar se perguntando. Mas, o povo nordestino não é brasileiro?

Bom vamos mudar de assunto. Quero falar de outra coisa, nós não temos nada com isso, não é nosso problema, quando eu falo nosso, estou falando de nossa entidade (Gideões Missionários da Última Hora), Somos do sul do Brasil, esse problema é do governo Nordestino.

Mas o que nos faz diferentes é uma coisa bem pequena, (PAIXÃO), paixão pelos perdidos.

Perdidos de qualquer lugar do mundo, mas nesse caso, paixão pelo nosso povo Brasileiro.

Um povo que para alimentar seus filhos comem ração para cachorros, milhos quebrado e fervido. Bom, comem porque um caminhão despencou de uma montanha e eles correram e pegaram o que puderam pra comer.

Um povo que clama por misericórdia e quase ninguém ouve. Mas graças a Deus ouvimos.

E é por essa razão que estamos lá, ou seja, que fomos lá pra ver se isso era verdade, e descobrimos que era mais que verdade, era uma realidade.

Bom se caso você tiver dúvidas de tudo isso que estou falando, basta ver nessa página uma sessão de fotos que eu tirei para mostrar para você, um povo excluído do Brasil.

Se acaso as fotos não forem suficientes, nessa mesma página você encontra nossa viagem em vídeo e você poderá assistir.

Porém, se você não tenha paciência pra assistir aqui, entre em contato conosco e adquira o DVD do projeto Paraíba que já está disponível.

Foi muito bom escrever tudo isso, puxa vida quase ia me esquecendo. Todos os missionários que visitamos, missionários que viviam pela fé, que se fossem missionários ou não, porque de todas as formas estariam passando fome, Nós os Gideões Missionários da Última Hora assumiu cada um deles com um salário mensal, salário que receberam todos os meses, isso é: doze vezes por ano, e ainda o conhecido Natal missionário de Fé, que é um salário extra que todos os missionários dos Gideões recebem cada final de ano.