Um clamor
que virou missão
A obra na Paraíba começou há mais de 12 anos, através do clamor do obreiro Luciano dos Santos Caetano, que enviou uma fita VHS mostrando a dura realidade do povo do sertão e pedindo socorro aos obreiros que ali viviam uma vida deplorável.
Seu clamor foi ouvido. Muitos daqueles obreiros passaram a receber apoio financeiro e espiritual, e hoje Luciano Caetano é missionário dos Gideões e coordenador de missões de todo o Nordeste.
O povo atendido nasceu no Brasil, mas muitos nunca foram registrados. Para sobreviver, caminham mais de 25 km a pé, subindo e descendo morros com um balde na cabeça em busca de uma poça de água, muitas vezes contaminada. É a este povo que os Gideões fazem o papel do bom samaritano.
Dificuldades do campo
Novos campos, vidas resgatadas
Do sertão de Cacimba de Areia à maior comunidade cigana da América Latina, Deus tem levantado missionários e renovado visões para alcançar os excluídos da Paraíba.
Cacimba de Areia
A obra começou por volta de 2004, quando o Pr. Luciano, ao passar pela Serra Bonita, ouviu pela rádio FM um pedido de socorro. Iniciada numa garagem, espalhou-se por Vila do Amor, Marreca, Serra Preta e Boa Vista, até precisar de uma pausa em 2008.
Em 2023, o Pr. Francisco renovou a visão. Sem templo, os cultos aconteciam em casas e embaixo de árvores nas praças, até que o Pr. presidente Luciano Caetano creu que Deus mandava erguer a igreja num terreno próprio, hoje um templo levantado.
Há 4 anos à frente da obra, a missionária Francisca Paulino dá continuidade ao trabalho, com cultos, evangelismos, ações sociais, cestas básicas, Natal Missionário e Dia das Crianças nas comunidades rurais.
Campos sob responsabilidade
A água que
brotou da terra
Depois de 80 metros sem água e lágrimas no rosto do sertanejo, a comitiva orou e cantou hinos da harpa. A 46 metros, a água jorrou, 500 litros por hora. Crianças tomaram banho, e Dona Zumira caiu de joelhos agradecendo a Deus.
"Água sairá, viva brotará da fonte que abriu o Senhor."
Dona Maria, 84 anos, caminhava 5 km duas vezes ao dia por uma lata de água. Hoje, o poço dos Gideões é a única fonte potável para mais de mil famílias da comunidade cigana de Sousa.
Do monturo à comunidade cigana
Foram 18 anos dominado pelas drogas, 14 deles morando nas ruas, revirando lixo para comer. Numa madrugada de dezembro de 2018, fez um voto ao Senhor e, pela graça de Deus, nunca mais voltou ao vício.
Acolhido e discipulado pelo Pr. Luciano no sertão da Paraíba, hoje, há cerca de três anos, serve na maior comunidade cigana da América Latina. Já enfrentou ameaças e perseguições, mas viu a comunidade evangelizada, muitos batizados e jovens ciganos levantados para pregar ao próprio povo.
"Deus me tirou das ruas, da fome e da morte certa para me colocar no campo missionário, anunciando esperança a outros."
Vídeos do campo
Abra uma fonte no sertão
Sua oferta perfura poços, enche cestas, ergue templos e leva o evangelho aos excluídos da terra. No sertão da Paraíba, contribuinte, sua oferta muda vidas.
Quero contribuir
































































