Até que todos ouçam

Missões no Amapá

Desde 1988, os Gideões Missionários evangelizam mais de 25 campos indígenas no Amapá e na Guiana Francesa — percorrendo rios, arquipélagos e florestas para alcançar povos que jamais ouviram o nome de Jesus.

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Uma jornada de fé
que começou aos 20 anos

Em 1988, aos 20 anos de idade, o missionário Pr. Agnaldo Belo Barreto, ainda solteiro, foi enviado pelos Gideões Missionários da Última Hora de Camboriú (SC) para a cidade de São Jorge, na Guiana Francesa. Ali iniciou um trabalho missionário com a etnia Palikur, dando também assistência à aldeia central Kumenê.

De volta ao Brasil em 1989, casou-se com Marinete Machado e retornou ao Amapá para abrir trabalho na Vila do Carvão, município de Mazagão, sua cidade natal. Lá construíram o primeiro templo e batizaram os primeiros crentes.

Ao longo de mais de três décadas, o Pr. Agnaldo percorreu em canoa à vela e a remo os rios do arquipélago do Bailique, pastoreou em Pracuúba, Maruanun, Santana, Fazendinha e hoje lidera o trabalho missionário em Oiapoque, retornando à fronteira onde tudo começou, para continuar alcançando os indígenas que tanto ama.

Hoje, os Gideões atuam em mais de 25 campos indígenas no Amapá e na Guiana Francesa, sendo o Pr. Agnaldo o terceiro vice-presidente da CEMEADAP, convenção à qual pertence desde 1988. Está em curso também a construção do Templo Central da Assembleia de Deus do Oiapoque, um sonho de muitos anos do povo de Deus.

"Eis que eu te colocarei como cabeça neste estado."
— Profecia recebida em 1990 · Pr. Júlio do Pandeiro

Evangelismo, embarcações
e amor nas aldeias

Os Gideões utilizam embarcações, ação social e a Palavra de Deus para alcançar etnias indígenas e comunidades ribeirinhas nas margens dos rios e arquipélagos do Amapá, prevenindo doenças e pregando o evangelho.

Evangelismo
e plantação de igrejas

Aldeias indígenas e comunidades ribeirinhas são alcançadas com o evangelho. Igrejas são implantadas com obreiros treinados para que se governem, sustentem e propaguem a fé.

Missão
fluvial

De canoa, lancha e embarcação, os missionários percorrem rios e arquipélagos, incluindo o Bailique e o Rio Cassiporé, para alcançar comunidades acessíveis apenas pela água.

Ação social
e prevenção

Distribuição de bíblias, literaturas, roupas, calçados e brinquedos. Orientação sobre saúde e prevenção de doenças nas comunidades ribeirinhas, evangelho que cuida do corpo e da alma.

Missão
além-fronteira

O trabalho ultrapassa as fronteiras do Brasil, alcançando a Guiana Francesa, nas comunidades de Sainte George, Korrou, Cayenne e Saint Lourran, levando o evangelho a povos de diferentes nações.

O outro lado

Dificuldades do campo

Canoa à vela contra a maré Rios e igarapés encachoeirados Arquipélago do Bailique isolado Epidemias de cólera e malária Aldeias indígenas distantes Barreira linguística (Palikur) Fronteira com a Guiana Francesa Energia e sinal escassos Manutenção das embarcações Comunidades só pela água Combustível caríssimo

Pr. Agnaldo Belo Barreto · 37+ anos de obra

Uma vida entregue
às etnias do Amapá

A jornada do Pr. Agnaldo é marcada por momentos de fé inabalável. Em 1991, no Bailique, quando uma epidemia de cólera dizimava a vila vizinha, Deus usou seu servo para proteger a vila evangélica Macedônia: nenhum crente foi atingido, enquanto a vila católica do outro lado do rio sofria a tragédia.

Em Pracuúba (1993–1995), sem recursos para erguer um novo templo, o Pr. Agnaldo e obreiros iam à mata tirar açaí para vender enquanto as irmãs preparavam e comercializavam o produto, assim financiando pedra por pedra a construção da igreja.

Em 2013 foi empoçado em Oiapoque, retornando à fronteira onde tudo havia começado. Em 2017, entregou oficialmente a Lancha “Cesino Bernardino” aos Pastores Indígenas da Aldeia Kumaruma, em homenagem ao fundador dos Gideões, dando suporte ao trabalho missionário nas remotas regiões oiapoquenses.

1988

Enviado à Guiana Francesa

Aos 20 anos, enviado pelos Gideões a São Jorge para trabalhar com a etnia Palikur e a aldeia Kumenê. A obra nasceu longe do Brasil, em solo estrangeiro, movida apenas pela fé.

1991

Fé vence a epidemia no Bailique

O arquipélago foi assolado pela cólera. Na vila evangélica Macedônia, onde o Pr. Agnaldo pastoreava, Deus prometeu proteção, e nenhum crente foi atingido, mesmo usando a mesma água do rio.

2017

Lancha "Cesino Bernardino"

Entrega oficial da lancha aos Pastores Indígenas da Aldeia Kumaruma. Em homenagem ao saudoso fundador dos Gideões, a embarcação serve ao trabalho missionário nas terras oiapoquenses até hoje.

Mais de 25 campos
no Amapá e além

Aldeias indígenas, comunidades ribeirinhas e missões na Guiana Francesa, cada campo representa famílias alcançadas e igrejas plantadas no coração da Amazônia Oriental.

Campos no Brasil

Cassiporé Anawera Samaúma Kurypy Manga Tuluhí Kubahí Benoah Kumenê Kamuwiah Poaytketh Amomyh Espírito Santo Santa Isabel Jondefh Pacaphoá Flamã Kumarumã Vila Brasil Camopí Clevelandia do Norte Vila Vitória + outros campos
Campos localizados principalmente na região de Oiapoque e ao longo dos rios do estado do Amapá.

Missão na Guiana Francesa

Sainte George Korrou Cayenne Saint Lourran

O trabalho missionário ultrapassa a fronteira, alcançando comunidades na Guiana Francesa, território ultramarino francês, onde a etnia Palikur é o principal povo atendido desde o início da obra em 1988.

Imagens do Amapá

Leve o evangelho rio adentro

Sustente uma família missionária, abasteça uma lancha ou ajude a erguer o Templo Central do Oiapoque. No Amapá, sua oferta cruza fronteiras.

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