Deixaram tudo
por um chamado
Há dezesseis anos, o casal missionário Joseph e Francisca “Chiquinha” Amorim respondeu ao chamado do Senhor e deixou tudo para viver entre povos que, durante séculos, permaneceram presos à pobreza, ao isolamento e às antigas tradições religiosas.
Em Oaxaca, no sul do México, existem dezenas de povos indígenas espalhados entre serras e vales. Muitas comunidades vivem praticamente isoladas, com acesso limitado à saúde, à educação e à infraestrutura. A agricultura é a principal fonte de sustento, e em muitos lugares ainda se preservam línguas nativas e costumes ancestrais.
Na comunidade de San Mateo Sindihui vivem cerca de dois mil moradores. Entre eles, apenas aproximadamente 130 professam a fé cristã — sinal de que, embora o México seja conhecido como país cristão, milhares ainda não conhecem profundamente o Evangelho transformador de Jesus.
Desafios do campo
O trabalho realizado
Cada viagem representa quilômetros percorridos por estradas difíceis, visitas às famílias, discipulado, cultos, ensino da Palavra e incontáveis momentos de oração. Muitas vezes, uma simples visita leva esperança a quem jamais recebeu acompanhamento cristão.
Viagens missionárias
Quilômetros por estradas difíceis até comunidades isoladas entre serras e vales, levando o Evangelho onde poucos conseguem chegar.
Visitas às famílias
Visitas casa a casa que levam esperança a pessoas que jamais receberam qualquer acompanhamento cristão.
Ensino da Palavra
Cultos, discipulado e ensino da Bíblia que firmam na fé os que decidem seguir a Cristo em meio à resistência.
Momentos de oração
A oração sustenta cada passo da caminhada — o alicerce de uma obra que rompe barreiras culturais e espirituais.
Igreja entre os indígenas
Onde havia apenas tradição e isolamento, Deus faz nascer uma igreja viva entre os povos indígenas de Oaxaca.
Sustento dos missionários
Cada oração, cada oferta e cada mantenedor torna-se participante da obra, sustentando os que foram enviados para ficar.
Onde Cristo é pouco conhecido, nasce a esperança
Mesmo enfrentando a resistência da própria família e da sociedade, aqueles que seguem a Cristo veem Deus confirmar Sua Palavra. Estes são alguns marcos da obra em Oaxaca.
Onde a obra chega
A obra se estende pelas montanhas do sul do México, entre dezenas de povos indígenas espalhados pelas serras e vales de Oaxaca, muitos deles vivendo em isolamento.
Os missionários no campo
O casal Joseph e Chiquinha Amorim vive entre as comunidades de Oaxaca há dezesseis anos, anunciando o Evangelho onde poucos conseguem chegar.
A missionária Chiquinha testemunha que servir no México nunca foi um peso, mas um privilégio concedido por Deus — vivido diariamente com alegria, gratidão e a certeza de que nenhuma caminhada é em vão quando vidas são alcançadas pelo Reino.
Enquanto muitos nunca poderão subir aquelas montanhas, podem sustentar aqueles que foram enviados para estar ali.
Um povo em meio ao sincretismo
Durante séculos, a colonização espanhola misturou o cristianismo às práticas religiosas indígenas. Muitos costumes antigos — ligados à natureza, à fertilidade e ao destino — permanecem até hoje.
A devoção à Virgem de Guadalupe ocupa lugar central na fé de milhões, enquanto cresce a veneração à Santa Morte e o Dia dos Mortos reúne famílias nos cemitérios. É nesse contexto que o Evangelho se torna ainda mais necessário.
"Enquanto houver uma alma sem ouvir o nome de Jesus, a missão continuará."
Imagens do México
Ajude o evangelho no México
Ainda existem aldeias onde Cristo é pouco conhecido e famílias esperando alguém chegar. Cada oração e cada oferta sustenta os missionários que foram enviados às montanhas de Oaxaca.
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