Uma voz na cerca
Em 1998, o fundador Pr. Cesino Bernardino teve um forte sentimento e uma revelação de Deus sobre a ilha. Planejou a viagem e partiu sem conhecer ninguém, nem mesmo os costumes locais.
Ao chegar ao pequeno aeroporto, ouviu do outro lado da cerca de arame um homem gritando: “Cesino, vieste trazer Cristo para a nossa ilha?” Era Nico, um Rapa Nui que o recebeu com um forte abraço. Sua chegada não havia sido divulgada, pois não havia igrejas nem cristãos conhecidos no lugar.
Na pequena casa de Nico foi aberta uma casa de oração. Vizinhos curiosos se aproximaram e aconteceram as primeiras conversões. Ali nasceu a igreja do Senhor, um povo que passou a servir ao Deus vivo, sem os rituais locais.
O trabalho realizado
Da primeira conversão ao templo de alvenaria, a obra na ilha une evangelismo, batismos e formação de obreiros nativos, sustentada pelas ofertas dos contribuintes do Brasil e do mundo.
Implantação da igreja
Da primeira casa de oração na casa de Nico a uma igreja viva, militando há mais de duas décadas no meio do Pacífico.
Batismos nas águas
Nas pequenas praias da ilha, muitos pascoenses se renderam a Cristo e desceram às águas batismais.
Obreiros nativos
A evangelização formou obreiros Rapa Nui, nativos que hoje pregam o evangelho ao seu próprio povo.
Templo de alvenaria
Erguido em 2010, com casa pastoral, refeitório e salas, abrigando a congregação e a Escola Dominical.
Evangelismo da cultura
Em meio ao paganismo e às crenças ancestrais, anuncia-se que Jesus é a única solução para o povo da ilha.
Liderança nativa
Hoje a igreja é pastoreada pelo nativo Pr. Robison Tepano, sob a supervisão do Pr. Urias, sinal de uma obra madura e enraizada no próprio povo Rapa Nui.
Almas no meio do oceano
Cada oferta sustenta a obra na ilha mais isolada do mundo. Estes são alguns números que traduzem o avivamento alcançado em Rapa Nui.
Onde a obra chega
A base está em Hanga Roa, o povoado onde vive a maior parte da população. Dali a igreja alcança os Rapa Nui e a visão segue para as demais ilhas que ainda serão evangelizadas.
Frutos da obra
Através da evangelização, muitos pascoenses se converteram a Cristo, muitos batismos foram realizados e até obreiros nativos foram formados.
Em 2010, foi construído um novo templo de alvenaria, que conta com casa pastoral, refeitório e salas para a Escola Dominical.
A igreja na Ilha de Páscoa continua viva e militando há mais de duas décadas, pois a vontade de Deus é salvar a ilha inteira, e a obra continuará até a vinda de Jesus.
De uma casa de oração
ao avivamento
Em poucos anos, a fé que nasceu na sala de Nico cresceu, formou obreiros nativos e levantou um templo. Esta é a caminhada da igreja na pérola do Pacífico.
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1998
O Pr. Cesino Bernardino recebe de Deus uma revelação sobre a ilha, viaja sem conhecer ninguém e, ao chegar, é recebido por Nico: "Cesino, vieste trazer Cristo para a nossa ilha?"
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1998
Na casa de Nico nasce a primeira casa de oração e acontecem as primeiras conversões. É enviada a primeira família missionária, Pr. Osvaldo Almeida, sua esposa Nilda e filhas.
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1998
Os Gideões enviam a missionária Ana Rute Lemos para reforçar a implantação da igreja.
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1999
Chega o missionário Wagner Santana de Jesus, somando-se ao trabalho na ilha.
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2000
Em dois anos a obra cresce e a ilha recebe um glorioso avivamento. É enviado o casal Urias Alves de Brito e Marciene, que hoje supervisionam o trabalho.
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2010
É construído um novo templo de alvenaria, com casa pastoral, refeitório e salas para a Escola Dominical.
Dificuldades do campo
Vídeos do campo
Salvar a ilha inteira
Sustente a obra na pérola do Pacífico e ajude a alcançar o povo Rapa Nui e as demais ilhas. Se cada um investir em missões, a vinda do Senhor será abreviada.
Quero contribuir
































