Projeto Maranhão

Missões no Maranhão

Entre os babaçuais da Mata dos Cocos, o Evangelho alcança comunidades quilombolas e famílias quebradeiras de coco babaçu, em povoados isolados da zona rural de Vargem Grande.

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Uma visão à
margem da estrada

O Projeto Maranhão – Mata dos Cocos foi assumido pelos Gideões em 21 de fevereiro de 2025. Nasceu como fruto da visão do Missionário Luciano, direcionado pelo Espírito Santo a um local à margem da BR.

Hoje, o trabalho é conduzido pelo missionário Roberto Carlos, na região da Mata dos Cocos, área rural próxima ao município de Vargem Grande, no Maranhão.

O público alcançado são comunidades predominantemente quilombolas e famílias extrativistas, as quebradeiras de coco babaçu, que vivem da economia de subsistência dos babaçuais.

São realizados três cultos por semana, com frequência média de 15 irmãos congregando, além de visitantes. Desde o início dos trabalhos, mais de 50 vidas já foram alcançadas pelo Evangelho.

"A ação evangelizadora na Mata dos Cocos exige uma postura de presença e escuta."
Diretriz estratégica do projeto
O outro lado

Dificuldades do campo

Estradas de terra intransitáveis na chuva Povoados isolados nos babaçuais Escassez de agentes missionários Falta de energia estável e conectividade Sem espaços próprios para reuniões Economia de subsistência do babaçu Conflitos agrários e disputas territoriais Êxodo rural dos jovens Sincretismo e pajelança cabocla Analfabetismo e baixa escolaridade

O que a obra enfrenta

Da logística nos babaçuais às tradições centenárias, a evangelização na Mata dos Cocos exige sabedoria, paciência e métodos adaptados à realidade do povo local.

Logística e geografia

Povoados e assentamentos isolados nos babaçuais, com estradas de terra intransitáveis no período chuvoso.

Carência de apoio

Escassez de agentes missionários para cobrir a grande dispersão geográfica da região.

Infraestrutura

Falta de energia estável, conectividade e espaços próprios para a realização das reuniões.

Rotina exaustiva

A dependência da economia de subsistência do babaçu limita a disponibilidade de tempo dos moradores.

Tensões locais

Conflitos agrários e disputas territoriais exigem sabedoria no posicionamento da missão.

Perda de jovens

O êxodo rural em busca de oportunidades reduz a presença de jovens nas reuniões.

Sincretismo arraigado

Forte presença do catolicismo popular, elementos de matriz africana e pajelança cabocla, exigindo diálogo respeitoso em vez de imposição dogmática.

Tradições centenárias

Resistência natural às mudanças rápidas de hábitos e costumes doutrinários.

Linguagem e capacitação

O analfabetismo exige métodos orais, visuais e sonoros; e é preciso formar lideranças entre os próprios moradores.

Imagens do Maranhão

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Sua oração e sua oferta sustentam o missionário que alcança as comunidades quilombolas e as quebradeiras de coco babaçu na Mata dos Cocos.

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