México, levanta-te! Tua história não termina na dor

Missões no México

Os missionários Joseph e Francisca "Chiquinha" Amorim anunciam o Evangelho entre as comunidades indígenas de Oaxaca, no sul do México. Onde muitos veem apenas montanhas, Deus vê povos que ainda precisam ouvir Sua voz.

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Deixaram tudo
por um chamado

Há dezesseis anos, o casal missionário Joseph e Francisca “Chiquinha” Amorim respondeu ao chamado do Senhor e deixou tudo para viver entre povos que, durante séculos, permaneceram presos à pobreza, ao isolamento e às antigas tradições religiosas.

Em Oaxaca, no sul do México, existem dezenas de povos indígenas espalhados entre serras e vales. Muitas comunidades vivem praticamente isoladas, com acesso limitado à saúde, à educação e à infraestrutura. A agricultura é a principal fonte de sustento, e em muitos lugares ainda se preservam línguas nativas e costumes ancestrais.

Na comunidade de San Mateo Sindihui vivem cerca de dois mil moradores. Entre eles, apenas aproximadamente 130 professam a fé cristã — sinal de que, embora o México seja conhecido como país cristão, milhares ainda não conhecem profundamente o Evangelho transformador de Jesus.

"Enquanto muitos enxergam apenas montanhas, Deus vê povos que ainda precisam ouvir Sua voz."
Projeto México, Gideões
O Outro Lado

Desafios do campo

Sincretismo religioso Tradições ancestrais Comunidades isoladas nas serras Línguas indígenas nativas Sustento só da agricultura Acesso limitado à saúde Acesso limitado à educação Veneração à Santa Morte Resistência da família e da sociedade Estradas difíceis e longas distâncias

O trabalho realizado

Cada viagem representa quilômetros percorridos por estradas difíceis, visitas às famílias, discipulado, cultos, ensino da Palavra e incontáveis momentos de oração. Muitas vezes, uma simples visita leva esperança a quem jamais recebeu acompanhamento cristão.

Viagens missionárias

Quilômetros por estradas difíceis até comunidades isoladas entre serras e vales, levando o Evangelho onde poucos conseguem chegar.

Visitas às famílias

Visitas casa a casa que levam esperança a pessoas que jamais receberam qualquer acompanhamento cristão.

Ensino da Palavra

Cultos, discipulado e ensino da Bíblia que firmam na fé os que decidem seguir a Cristo em meio à resistência.

Momentos de oração

A oração sustenta cada passo da caminhada — o alicerce de uma obra que rompe barreiras culturais e espirituais.

Igreja entre os indígenas

Onde havia apenas tradição e isolamento, Deus faz nascer uma igreja viva entre os povos indígenas de Oaxaca.

Sustento dos missionários

Cada oração, cada oferta e cada mantenedor torna-se participante da obra, sustentando os que foram enviados para ficar.

Onde Cristo é pouco conhecido, nasce a esperança

Mesmo enfrentando a resistência da própria família e da sociedade, aqueles que seguem a Cristo veem Deus confirmar Sua Palavra. Estes são alguns marcos da obra em Oaxaca.

16
Anos de obra no México
~2.000
Moradores em San Mateo Sindihui
~130
Professam a fé cristã ali
+ aldeias
Ainda esperando alguém chegar

Onde a obra chega

Oaxaca San Mateo Sindihui Comunidades indígenas Serras e vales Aldeias isoladas

A obra se estende pelas montanhas do sul do México, entre dezenas de povos indígenas espalhados pelas serras e vales de Oaxaca, muitos deles vivendo em isolamento.

Os missionários no campo

O casal Joseph e Chiquinha Amorim vive entre as comunidades de Oaxaca há dezesseis anos, anunciando o Evangelho onde poucos conseguem chegar.

A missionária Chiquinha testemunha que servir no México nunca foi um peso, mas um privilégio concedido por Deus — vivido diariamente com alegria, gratidão e a certeza de que nenhuma caminhada é em vão quando vidas são alcançadas pelo Reino.

Enquanto muitos nunca poderão subir aquelas montanhas, podem sustentar aqueles que foram enviados para estar ali.

Um povo em meio ao sincretismo

Durante séculos, a colonização espanhola misturou o cristianismo às práticas religiosas indígenas. Muitos costumes antigos — ligados à natureza, à fertilidade e ao destino — permanecem até hoje.

A devoção à Virgem de Guadalupe ocupa lugar central na fé de milhões, enquanto cresce a veneração à Santa Morte e o Dia dos Mortos reúne famílias nos cemitérios. É nesse contexto que o Evangelho se torna ainda mais necessário.

"Enquanto houver uma alma sem ouvir o nome de Jesus, a missão continuará."

~2.000
Moradores em San Mateo Sindihui
~130
Professam a fé cristã
Guadalupe
Devoção central no país
16
Anos do casal no campo

Imagens do México

Ajude o evangelho no México

Ainda existem aldeias onde Cristo é pouco conhecido e famílias esperando alguém chegar. Cada oração e cada oferta sustenta os missionários que foram enviados às montanhas de Oaxaca.

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Uma visão que
sacudiu uma nação

Tudo começou no lugar secreto da oração. O saudoso Pr. Cesino Bernardino clamava ao Senhor por uma casa para sua família e a resposta foi um chamado que ecoa até hoje: “Não me peças uma casa, peça-me uma nação!” Diante dele, desenhou-se o mapa do Chile.

Obedientes à visão, os primeiros heróis da fé avançaram. O missionário Leonardo Urive desbravou o gélido sul; em Talcahuano, o pioneiro Manoel Abarca fincou a bandeira do Evangelho com ousadia.

Em 1982, o mover ganhou novo fôlego: os Gideões assumiram o sustento do Pr. Carlos Baeza (in memoriam) e da incansável Miss. Sara, que expandiram o Reino na capital, Santiago. A semente plantada com lágrimas tornou-se árvore frondosa.

"O Chile não tem portas fechadas, mas corações trancados pelo ceticismo — o que demanda perseverança, oração e unção."
— Projeto Chile · Gideões
Corações trancados

Dificuldades do campo

Cordilheira e oceano Frio e chuva no Sul País longo e estreito Metrópoles materialistas Blindagem do consumismo ~30% sem religião Ceticismo e desconfiança Povos Mapuches Crise migratória Isolamento do extremo sul Corações trancados

"Não me peças uma casa, peça-me uma nação!"

A voz do Senhor ao Pr. Cesino Bernardino, que orava por um teto para a família. Naquele instante, seus olhos espirituais se abriram — e diante dele desenhou-se, nítido, o mapa do Chile.

Cinco eixos a vencer

O avanço da obra no Chile enfrenta um panorama complexo, barreiras estruturais, sociais e geográficas. Compreendê-las é fundamental para traçar estratégias evangelísticas eficazes.

01

Secularização & ceticismo

Cerca de 30% da população se declara sem religião, com profunda desconfiança das instituições exigindo um testemunho de vida impecável para gerar confiança.

02

Materialismo & urbanização

Nas metrópoles, o foco está no consumo, no sucesso e no individualismo pós-moderno. O desafio é romper a blindagem do consumismo e alcançar o vazio existencial.

03

Barreiras geográficas

Um país longo, estreito e isolado entre a cordilheira e o oceano impõe uma logística difícil. No Sul, o frio e a chuva constantes testam o limite dos obreiros.

04

Contextualização cultural

A evangelização dos Mapuches exige extrema sensibilidade: historicamente, associam o cristianismo à colonização e à perda de suas terras.

05

Crise migratória

O fluxo de imigrantes vulneráveis (Haiti, Venezuela) desafia a igreja a praticar o Evangelho Integral unindo teto e comida à pregação da Palavra.

Não portas fechadas — mas corações a serem abertos pela oração e pela unção.

De norte a sul

Sul & Centro
Concepción Lota Curicó Talcahuano Chillán Puerto Montt
Santiago · capital
Comuna La Florida Comuna de Renca Quilicura
Norte · regiões de clamor
Coquimbo Los Lingues
Povos originais & natureza
Pucón Vitacura · Mapuches

Imagens do Chile

Junte-se a esta colheita celestial

O Chile continua clamando. Cada quilômetro dessa longa nação está sendo demarcado pelas pegadas dos nossos missionários. Os Gideões não param, o Chile é do Senhor Jesus!

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A obra entre
duas fronteiras

A obra missionária na Venezuela teve início no final de 1994, em Santa Elena, na fronteira com o Brasil, expandindo-se no ano 2000 para Maracaibo, na fronteira com a Colômbia. Em ambos os campos, o trabalho inicial foi focado na evangelização das crianças.

Em Santa Elena, sob os cuidados da missionária Lúcia Padilha Alves, há cultos aos domingos na casa missionária e reuniões nos lares durante a semana. O campo enfrenta forte oposição espiritual e desafios econômicos: a maioria dos irmãos trabalha diariamente para o sustento e só consegue se reunir aos domingos. Por ser cidade fronteiriça, há também alta rotatividade de pessoas.

Em Maracaibo, sob a liderança da missionária Maria Cristina, a estratégia de alcançar os pais através das crianças frutifica nos bairros mais vulneráveis. Numa região de alta criminalidade, a igreja tem gerado grande transformação social: membros batizados deixaram o crime e hoje trabalham para libertar outros na comunidade.

"Oremos por esta nação tão carente do evangelho, com fidelidade e dependência de Deus."
Relatório do Projeto Venezuela
O Outro Lado

Dificuldades do campo

Forte oposição espiritual Crise econômica severa Alta criminalidade Prostituição Idolatria enraizada Cidade fronteiriça e alta rotatividade Irmãos trabalham todos os dias Cultos só aos domingos Crianças em bairros vulneráveis Êxodo e migração Nação carente do evangelho

De fronteira a fronteira

Santa Elena

Fronteira com o Brasil, desde 1994

Sob os cuidados da missionária Lúcia Padilha, os cultos acontecem aos domingos na casa missionária, com reuniões nos lares durante a semana. No dia 28 de dezembro foi realizado um Culto de Ação de Graças, e quatro jovens já estão preparados para o batismo.

Cultos aos domingos Reuniões nos lares 4 jovens p/ batismo

Maracaibo

Fronteira com a Colômbia, desde 2000

Sob a liderança da missionária Maria Cristina, a obra alcança os pais através das crianças nos bairros mais vulneráveis. Numa região de alta criminalidade, prostituição e idolatria, a igreja gera transformação: ex-criminosos batizados hoje libertam outros na comunidade.

Bairros vulneráveis Transformação social Vidas libertas do crime

O trabalho realizado

Da evangelização das crianças aos batismos e à transformação social, a obra avança nos dois campos pelas mãos de missionárias incansáveis, sustentadas pela oração de toda a igreja.

Evangelismo das crianças

Em ambos os campos, a obra começou alcançando crianças, abrindo portas para os pais e as famílias.

Cultos e reuniões nos lares

Em Santa Elena, cultos aos domingos na casa missionária e reuniões nos lares ao longo da semana.

Batismos

Após o Culto de Ação de Graças, quatro jovens em Santa Elena já estão preparados para o batismo nas águas.

Transformação social

Em Maracaibo, membros batizados deixaram o crime e a delinquência e hoje ajudam a libertar outros na comunidade.

Alcance aos vulneráveis

Nos bairros mais vulneráveis de Maracaibo, a estratégia de alcançar os pais pelas crianças tem frutificado.

Perseverança na oração

Diante da forte oposição espiritual, as missionárias seguem incansáveis, sustentadas pela oração de toda a igreja.

Onde houve crime, hoje há libertação

Cada oferta sustenta missionárias que alcançam crianças e transformam comunidades inteiras. Estes são alguns marcos do trabalho realizado na Venezuela.

1994
Início em Santa Elena
2000
Expansão a Maracaibo
4
Jovens prontos p/ batismo
4
Missionárias incansáveis

Onde a obra chega

Santa Elena Maracaibo Fronteira com o Brasil Fronteira com a Colômbia Casa missionária Bairros vulneráveis

A obra se estende de uma fronteira à outra: de Santa Elena, na divisa com o Brasil, a Maracaibo, na divisa com a Colômbia, alcançando lares e bairros carentes.

As missionárias

Em Santa Elena, a missionária Lúcia Padilha Alves conduz os cultos e as reuniões nos lares, perseverando diante da forte oposição espiritual.

Em Maracaibo, a missionária Maria Cristina lidera o alcance dos bairros vulneráveis, com grande impacto e transformação social.

Com elas, Lenia e Maria Dolores seguem, incansáveis, fazendo a obra do Senhor, sustentadas pela oração de toda a igreja.

Imagens da Venezuela

Ajude a Venezuela

Sustente as missionárias que servem nas duas fronteiras e alcance uma nação tão carente do evangelho. A missão reitera seu compromisso de fidelidade e dependência de Deus, contando com a oração de toda a igreja.

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Uma jovem
improvável

Tudo começou em 1979, quando os Gideões enviaram sua primeira missionária à Argentina. Alenir Bernardino, na época uma jovem tímida e improvável, foi despertada e chamada pela grande misericórdia do Senhor, iniciando a obra em Alta Gracia (Córdoba), ainda sob a ditadura militar.

De casa em casa, abriu congregações em Zárate e consolidou a missão em Santa Elena. Em 1989, o Pr. Cesino a enviou, com seu esposo Pr. Luiz Carlos Buck, à Patagônia, onde a obra floresceu em Cipolletti, Villa Regina e além.

Foram décadas de milagres: um templo para 500 pessoas, uma chácara de 5,5 hectares, um colégio evangélico com cerca de 500 alunos e novas igrejas em dezenas de cidades, da Patagônia ao Litoral e a Buenos Aires.

"O nosso propósito é não ficar inerte em um só lugar, mas estender o Reino de Deus de diferentes maneiras."
— Miss. Marli Teruel & Pr. Davi Samudio

Vidas que impactam nações

São 14 missionários espalhados por oito províncias, pioneiros e novas gerações que renunciaram ao conforto para anunciar que Cristo continua salvando, transformando e escrevendo novas histórias de esperança.

Desde 1979 · Patagônia

Miss. Alenir Bernardino & Pr. Luiz Carlos Buck

Os pioneiros. De Alta Gracia à Patagônia: igrejas em Cipolletti e Villa Regina, um templo para 500 pessoas, chácara de 5,5 ha e um colégio evangélico com ~500 alunos.

Desde 1987 · Entre Ríos

Miss. Marli Teruel & Pr. Davi Samudio

Quase quatro décadas conquistando nações. De La Paz a Santa Elena, lideram o projeto "Conquistando Naciones", alcançando cidades pela pregação, discipulado e rádio.

Desde 2004 · Corrientes

Pr. Eduardo Gauna & Miss. Rosana

De Mariano I. Loza a Mercedes: escolas bíblicas, ações sociais e novas frentes em Tacuaral e Chavarría. A igreja central reúne mais de 150 adultos.

20 anos · La Paz

Pr. Lucivaldo & Miss. Nadir

Duas décadas semeando esperança em La Paz, San Gustavo e Tacuara — cultos familiares, escola bíblica no bairro Belgrano e solidariedade na Santa Ceia.

Província de Salta

Miss. Rute Ferreira & Carla

Em Rosário de La Frontera e Metán: visitas aos lares, encontros de mulheres, o tradicional almoço solidário de sábado e doação de roupas e alimentos.

SC · Misiones · Corrientes

Outras frentes de trabalho

Miss. Jesuz Manoel (escola de obreiros e rádio), Miguel Lourenço & Eucira (ministério infantil em Solari), Ramon Diaz (cruzadas) e Luís Oliveira (comunidade indígena Guarani).

O Evangelho
nas ondas do rádio

Com uma visão que ultrapassa fronteiras, os missionários usam o rádio como instrumento de evangelização — fazendo a mensagem chegar a lares, cidades e comunidades onde muitas vezes um missionário não consegue estar fisicamente.

Através das ondas, das pregações, do discipulado e do trabalho pastoral, pessoas são alcançadas, fortalecidas na fé e conduzidas ao conhecimento de Jesus Cristo — prova de que uma vida nas mãos de Deus pode impactar nações.

500
Lugares no templo da Patagônia
~500
Alunos no colégio evangélico
5,5 ha
Chácara em Cipolletti
150+
Membros na igreja de Mercedes
O outro lado da obra

Dificuldades do campo

Cordilheira e Patagônia Invernos rigorosos Cidades a 70–80 km de distância Cultos debaixo de árvore no verão Ranchos simples no inverno Aluguéis que triplicam Congregações idosas Comunidade indígena Guarani Campo de maioria católica Buscar as crianças de casa Onde o missionário não alcança, o rádio vai

Cidades & campos

Cada cidade alcançada é muito mais do que um ponto no mapa: são vidas transformadas, famílias restauradas e igrejas estabelecidas em oito províncias argentinas.

Río Negro / Neuquén · Patagônia
Cipolletti Villa Regina Fernández Oro General Roca Catriel Cutral-Có Plaza Huincul Sauzal Bonito Neuquén 25 de Mayo Viedma
Entre Ríos
Santa Elena La Paz Piedras Blancas Ombú San Gustavo Tacuara Paraná
Corrientes
Mercedes Mariano I. Loza Tacuaral Chavarría Paso de los Libres Solari
Outras províncias
Córdoba · Alta Gracia Buenos Aires · Longchamps Bahía Blanca Santa Fe · San Lorenzo Misiones · Jardim América Salta · Rosário de La Frontera Salta · Metán

A jornada da
pioneira

Da primeira missionária enviada em 1979 às dezenas de campos de hoje: quase meio século do agir fiel de Deus na Argentina.

  1. 1979

    Os Gideões enviam sua primeira missionária à Argentina: a jovem Alenir Bernardino inicia a obra em Alta Gracia (Córdoba), ainda sob a ditadura militar.

  2. 1983

    Segue para Zárate, evangelizando de casa em casa, e abre uma congregação com o Pr. Nildair.

  3. 1984

    Vai para Santa Elena (Entre Ríos), consolidando a missão iniciada pelo Miss. Célio Küster.

  4. 1989

    O Pr. Cesino envia Alenir e o esposo, Pr. Luiz Carlos Buck, à Patagônia — assumem Cipolletti e Villa Regina.

  5. Décadas

    Novos campos: Barranqueras, Catriel, Neuquén (capital), e em Cipolletti uma chácara de 5,5 ha e um colégio com ~500 alunos.

  6. 2025

    Nova congregação em Longchamps (Buenos Aires), já com lugar próprio — e Deus salvando vidas.

Imagens da Argentina

A chama missionária não se apagará

Sustente os 14 missionários na Argentina — da Patagônia ao Litoral. Enquanto houver almas para alcançar, continuaremos dizendo: "Eis-nos aqui, Senhor. Envia-nos."

Quero contribuir

Uma visão nascida
na oração

Igreja Assembleia de Deus Missionária do Peru, também conhecida como Igreja Plenitude de Vida, foi fundada pelo pastor Carlos Fernández Rodríguez em março de 1970, na cidade de Lima. Foi a partir de 1986 que começou a sua relação com os Gideões Missionários da Última Hora, então sob a presidência do Pr. Cesino Bernardino.

Essa ligação teve início num período extremamente difícil: o Peru lutava contra o terrorismo, somado à pobreza extrema que assolava o país. Chegaram os primeiros missionários, como o Pr. Evaristo Rosa e o Pr. Silas de Souza com suas famílias, e missionárias que dedicaram longos anos à obra, como María Raymunda, María José e Cisina de Oliveira.

A obra dos Gideões tem sido uma bênção profunda para a igreja peruana: de pouquíssimos membros no início a alguns milhares atualmente, e, acima de tudo, uma igreja mais pentecostal, que testemunha batismos no Espírito Santo, dons espirituais e dedicação a missões. Hoje a igreja está presente em nove das 24 regiões do Peru, especialmente na capital, Lima.

"Quando os Gideões chegaram, o Peru era um país tomado pela guerrilha. Pela graça de Deus, foi transformado, e a igreja não para de crescer."
Projeto Peru, Gideões
O outro lado

Dificuldades do campo

Feitiçaria e idolatria Costumes satânicos Aldeias isoladas na Cordilheira Quéchua e 92 idiomas Escassez de alimentos Saúde precária Sequelas do terrorismo Regiões de lavoura da coca Selva amazônica remota Povo resistente ao evangelho Áreas atingidas por terremotos

O trabalho realizado

Da Cordilheira à selva amazônica, a obra avança em muitas frentes: igrejas plantadas, templos reerguidos após terremotos, missão entre povos quéchuas e comunidades indígenas alcançadas na tríplice fronteira.

Evangelismo & igrejas

Igrejas plantadas de Tacna a Águas Verdes, na divisa com o Equador, alcançando um povo resistente, mas que, ao se converter, se entrega por inteiro.

Reconstrução de templos

Onde o terremoto derrubou casas de oração, como em La Huerta, os Gideões enviaram recursos para reerguer a casa do Senhor no meio das montanhas.

Missão na Cordilheira

Em Ayacucho, a 2.700 metros de altitude, e em Arequipa, missionárias valentes evangelizam um povo de língua quéchua marcado pela violência.

Missão na selva

Na Amazônia peruana e na tríplice fronteira (Bélgica peruana), missionários do Acre atravessam o rio para evangelizar comunidades e aldeias indígenas.

Natal Missionário de Fé

Todo ano, os Gideões enviam recursos para que cada missionário leve festa, alimento e presentes às crianças do seu campo no Peru.

Sustento dos missionários

Há mais de três décadas, os contribuintes mantêm dezenas de missionários no país, com salário, remédios e transporte para a obra seguir.

Onde houve guerrilha, hoje há louvor

Cada oferta sustenta missionários que atravessam montanhas e rios para ganhar almas. Estes são alguns marcos do trabalho realizado no Peru.

Onde a obra chega

Ayacucho Arequipa La Huerta Cañete Tacna Águas Verdes Selva amazônica Tríplice fronteira

A obra se estende de Tacna a Águas Verdes, na divisa com o Equador, da Cordilheira dos Andes às comunidades da selva amazônica, na fronteira entre Peru, Brasil e Colômbia.

Missionários no campo

Na Serra, em Ayacucho, berço do Sendero Luminoso, missionárias valentes evangelizam um povo de língua quéchua marcado pela violência e pela altitude.

Na selva, o trabalho pioneiro semeado pela missionária Ros há mais de 20 anos avança hoje com novas bases, como a do missionário Javier, no rio Javari, em Santa Rosa de Loreto.

Da tríplice fronteira, missionários do Acre atravessam o rio para evangelizar a Bélgica peruana e as aldeias indígenas, unindo dois campos numa só missão.

Uma escola que
evangeliza

Desde 2007, a igreja se dedica também à obra social por meio da educação. Foi construída uma escola que abrange o ensino pré-escolar, básico e secundário.

Além da educação formal, milhares de crianças e adolescentes têm recebido o Evangelho nas salas de aula. O fruto enche de alegria: muitos alunos hoje são crentes — alguns já obreiros — e muitos pais conheceram o Senhor através dos filhos.

"Transmitir o Evangelho a milhares de crianças que passam por nossas salas."

2007
Início da obra social
3
Níveis de ensino
15
Regiões ainda a alcançar
12M
Habitantes em Lima

Imagens do Peru

Sustente a obra no Peru

Há mais de três décadas, sua oferta mantém missionários na Cordilheira e na selva. Um projeto banhado em lágrimas, regado pela fé de quem ora e contribui.

Quero contribuir

Uma voz na cerca

Em 1998, o fundador Pr. Cesino Bernardino teve um forte sentimento e uma revelação de Deus sobre a ilha. Planejou a viagem e partiu sem conhecer ninguém, nem mesmo os costumes locais.

Ao chegar ao pequeno aeroporto, ouviu do outro lado da cerca de arame um homem gritando: “Cesino, vieste trazer Cristo para a nossa ilha?” Era Nico, um Rapa Nui que o recebeu com um forte abraço. Sua chegada não havia sido divulgada, pois não havia igrejas nem cristãos conhecidos no lugar.

Na pequena casa de Nico foi aberta uma casa de oração. Vizinhos curiosos se aproximaram e aconteceram as primeiras conversões. Ali nasceu a igreja do Senhor, um povo que passou a servir ao Deus vivo, sem os rituais locais.

"Cesino, vieste trazer Cristo para a nossa ilha?"
Nico, o primeiro Rapa Nui a receber o evangelho

O trabalho realizado

Da primeira conversão ao templo de alvenaria, a obra na ilha une evangelismo, batismos e formação de obreiros nativos, sustentada pelas ofertas dos contribuintes do Brasil e do mundo.

Implantação da igreja

Da primeira casa de oração na casa de Nico a uma igreja viva, militando há mais de duas décadas no meio do Pacífico.

Batismos nas águas

Nas pequenas praias da ilha, muitos pascoenses se renderam a Cristo e desceram às águas batismais.

Obreiros nativos

A evangelização formou obreiros Rapa Nui, nativos que hoje pregam o evangelho ao seu próprio povo.

Templo de alvenaria

Erguido em 2010, com casa pastoral, refeitório e salas, abrigando a congregação e a Escola Dominical.

Evangelismo da cultura

Em meio ao paganismo e às crenças ancestrais, anuncia-se que Jesus é a única solução para o povo da ilha.

Liderança nativa

Hoje a igreja é pastoreada pelo nativo Pr. Robison Tepano, sob a supervisão do Pr. Urias, sinal de uma obra madura e enraizada no próprio povo Rapa Nui.

Almas no meio do oceano

Cada oferta sustenta a obra na ilha mais isolada do mundo. Estes são alguns números que traduzem o avivamento alcançado em Rapa Nui.

1998
Início da obra
+25
Anos de igreja viva
2010
Templo de alvenaria
Nativos
Obreiros Rapa Nui formados

Onde a obra chega

Hanga Roa, base Povo Rapa Nui Praias da ilha Base missionária Escola Dominical Demais ilhas do Pacífico

A base está em Hanga Roa, o povoado onde vive a maior parte da população. Dali a igreja alcança os Rapa Nui e a visão segue para as demais ilhas que ainda serão evangelizadas.

Frutos da obra

Através da evangelização, muitos pascoenses se converteram a Cristo, muitos batismos foram realizados e até obreiros nativos foram formados.

Em 2010, foi construído um novo templo de alvenaria, que conta com casa pastoral, refeitório e salas para a Escola Dominical.

A igreja na Ilha de Páscoa continua viva e militando há mais de duas décadas, pois a vontade de Deus é salvar a ilha inteira, e a obra continuará até a vinda de Jesus.

De uma casa de oração
ao avivamento

Em poucos anos, a fé que nasceu na sala de Nico cresceu, formou obreiros nativos e levantou um templo. Esta é a caminhada da igreja na pérola do Pacífico.

  1. 1998

    O Pr. Cesino Bernardino recebe de Deus uma revelação sobre a ilha, viaja sem conhecer ninguém e, ao chegar, é recebido por Nico: "Cesino, vieste trazer Cristo para a nossa ilha?"

  2. 1998

    Na casa de Nico nasce a primeira casa de oração e acontecem as primeiras conversões. É enviada a primeira família missionária, Pr. Osvaldo Almeida, sua esposa Nilda e filhas.

  3. 1998

    Os Gideões enviam a missionária Ana Rute Lemos para reforçar a implantação da igreja.

  4. 1999

    Chega o missionário Wagner Santana de Jesus, somando-se ao trabalho na ilha.

  5. 2000

    Em dois anos a obra cresce e a ilha recebe um glorioso avivamento. É enviado o casal Urias Alves de Brito e Marciene, que hoje supervisionam o trabalho.

  6. 2010

    É construído um novo templo de alvenaria, com casa pastoral, refeitório e salas para a Escola Dominical.

outro lado

Dificuldades do campo

A 3.700 km do continente Acesso só de avião Ilha de 70 vulcões Paganismo e crenças locais Cultura Rapa Nui milenar Cercada pelo Pacífico ~6 mil habitantes Língua e costumes próprios Uma das ilhas mais isoladas do mundo Povo carente de oração

Imagens da Ilha de Páscoa

Salvar a ilha inteira

Sustente a obra na pérola do Pacífico e ajude a alcançar o povo Rapa Nui e as demais ilhas. Se cada um investir em missões, a vinda do Senhor será abreviada.

Quero contribuir

Evangelho entre
mitos e marés

Chiloé é um arquipélago de 72 ilhas e cerca de 150 mil habitantes, perdido no oceano Pacífico. Seu povo, de cultura milenar, descende dos primeiros habitantes do lugar, os índios mapuches. A ilha é repleta de mitos antigos e, ainda no século XXI, muitos moradores creem em lendas que vêm do mar.
Os Gideões começaram a obra ali em 1999, através do pastor Juan Alonso Soto Nonque e sua esposa, a missionária Telma Nonque. Logo ao chegar, iniciaram o trabalho evangelístico e, em pouco tempo, colheram resultados satisfatórios em meio a terríveis lutas espirituais.
 
Segundo o pastor Juan, o povo é muito idólatra e o envolvimento dos ilhéus com a bruxaria é grande. Mesmo assim, a cada dia o poder de Deus se manifesta, e almas se rendem a Cristo naquela mistura cultural e mitológica.
"Para alcançar vitórias, temos que vencer as lutas. Em meio às tormentas, almas têm se rendido a Cristo."
Pr. Juan Alonso & Miss. Telma
outro lado

Dificuldades do campo

Ventos de 75 a 80 km/hClima que muda toda horaBruxaria e feitiçariaMitos e lendas antigasPovo muito idólatraMar, canais e baíasIlhas só por barcoMembros a 45 km da igrejaInverno rigorosoLutas espirituais terríveisTemplo em construção

O trabalho realizado

Em uma terra de mitos, idolatria e clima hostil, o casal de missionários visita, prega, batiza e ensina. Cada culto e cada visita é uma vitória conquistada na oração, com o sustento dos contribuintes do Brasil e do mundo.

Cultos & comunhão

Cultos semanais que reúnem cerca de cem membros, muitos vindos de povoados a dezenas de quilômetros de distância.

Evangelismo casa a casa

Os missionários percorrem as ilhas visitando lares, anunciando o evangelho a um povo de cultura milenar.

Batismos nas águas

Em meio às tormentas e às marés, almas se rendem a Cristo e descem às águas batismais no arquipélago.

Enfrentamento espiritual

Onde a idolatria e a bruxaria dominam, a oração e o jejum abrem caminho para o poder de Deus se manifestar.

Construção do templo

Um novo templo está sendo erguido em Ancud para abrigar toda a congregação que já existe no lugar.

Discipulado

Novos convertidos são firmados na fé e ensinados a permanecer assíduos, apesar das distâncias e do clima.

Vitórias entre as marés

Cada oferta sustenta a obra que avança ilha após ilha. Estes são alguns números que traduzem o trabalho realizado em Chiloé.

72
Ilhas a evangelizar
~100
Membros na igreja
45 km
Distância de alguns membros
80 km/h
Ventos no inverno

Onde a obra chega

Ancud, base Arquipélago de Chiloé 72 ilhas Canais e baías Povoados a 45 km Comunidades ilhéus

A base está em Ancud, uma das cidades mais importantes da região, de onde a obra alcança as comunidades espalhadas pelas ilhas, muitas acessíveis apenas por barco.

Frentes da obra

A frente principal é o evangelismo: visitas casa a casa, cultos e batismos que alcançam um povo dominado pela idolatria e pela bruxaria.

Ao anúncio da Palavra soma-se o enfrentamento espiritual, feito com oração e jejum, e o discipulado dos novos convertidos, que permanecem assíduos mesmo morando a dezenas de quilômetros.

E há a construção do templo em Ancud, erguido pouco a pouco com o sustento dos contribuintes, para abrigar toda a congregação.

Galeria de fotos

Leve o evangelho às ilhas

Sustente os missionários, ajude a concluir o templo de Ancud e alcance um povo cercado de mitos e marés. Se cada um investir em missões, as ilhas serão evangelizadas e a vinda do Senhor, abreviada.

Quero contribuir

Educação que
abre o céu

O Haiti é o país economicamente mais pobre das Américas: cerca de 60% da população é subnutrida e mais da metade vive abaixo da linha da pobreza. Marcada por ditaduras, golpes e guerra civil, a nação ainda carrega a forte influência do vodu, a idolatria que o governo tolera como folclore.

Desde o ano 2000, os Gideões desenvolvem ali um trabalho de evangelização e assistência social, especialmente na educação. A obra foi conduzida, no passado, pelo missionário Urias Brito, que abriu caminhos em meio à miséria e à dificuldade de acesso.

Hoje o projeto é coordenado pelo missionário Lindinilto Matias e sua esposa Adriana Matias, que conduzem a obra com muito amor e fé, alcançando crianças nos colégios e centenas de famílias nas igrejas das montanhas.

"Primeiro a Palavra de Deus, a salvação da alma; depois a ação social. Bem-aventurado aquele que atende ao clamor do pobre."
- Projeto Haiti · Gideões

O trabalho realizado

A obra une o pão da Palavra ao pão da mesa: colégios que educam e alimentam, igrejas nas montanhas, água potável e o Natal que faz sorrir. Cada oferta chega onde só um 4x4 consegue subir.

Colégios para crianças

Quatro colégios onde as crianças recebem educação diária, alfabetização e cuidado, um futuro onde antes havia só pobreza.

Alimentação diária

Arroz, feijão e frango preparados com amor: refeições que enchem a barriguinha de centenas de crianças que passariam fome.

Uniformes & material

Todo ano os Gideões entregam uniformes novos, calçados e material escolar, devolvendo dignidade às salas de aula.

Evangelização

Antes de cada aula, devocional, oração e louvor: as crianças e suas famílias conhecem a Palavra de Deus.

Natal Missionário de Fé

Mais de mil brinquedos, doces e um grande almoço, para fazer cada criança das montanhas sorrir no Natal.

Água & ação social

Poço com bomba solar (água 24h), cestas básicas e socorro às famílias carentes em meio à crise e à pandemia.

Do pão à Palavra

Cada oferta se transforma em educação, alimento e esperança para as crianças das montanhas. Estes são alguns números que traduzem vidas alcançadas no Haiti.

750+
Crianças atendidas
1.000+
Brinquedos no Natal
120
Refeições por dia · Projeto Sem Fome
4
Igrejas nas montanhas

Colégios & comunidades atendidas

Dusmon Gran-Savane Limei Pico do Monte Capotille Sabana Larga Pacador Comunidades nas montanhas

São quatro igrejas, Dusmon, Gran-Savane, Limei e Pico do Monte, e colégios espalhados pelas montanhas, muitos só alcançáveis por trilhas e veículos 4x4. As visitas às comunidades acontecem semanalmente.

Frentes de assistência

A maior frente é a educação: nos colégios, as crianças recebem aula, uniforme, material, calçado e refeições diárias, e, antes de tudo, o devocional com a Palavra de Deus.

Ao ensino soma-se o socorro: o Projeto Sem Fome alimenta 120 crianças por dia, cestas básicas e máscaras foram distribuídas na pandemia, e um poço com bomba solar garante água potável 24 horas.

A cada ano, o Natal Missionário de Fé leva mais de mil brinquedos, doces e um grande almoço às crianças, e novos templos e salas de aula continuam sendo erguidos nas montanhas.

A nação mais pobre das Américas

Dificuldades do campo

País mais pobre das Américas ~60% subnutridos Mais da metade na pobreza Golpes e guerra civil Vodu e idolatria Montanhas isoladas Estradas só de 4x4 Falta de água potável Falta de material escolar Seca e calor Sequelas do terremoto

Cada sala de aula é
uma porta de esperança

Nos colégios dos Gideões, crianças que estudariam no chão de terra, sem material nem merenda, encontram salas, professores, uniformes e comida, e, todos os dias, a Palavra de Deus.

 

Foi assim que muitas famílias se aproximaram da igreja: a mudança no comportamento das crianças tocou os próprios pais. A educação abre a porta; o evangelho transforma o lar.

"Ide e fazei discípulos", começa nos pequeninos das montanhas do Haiti.

Aula
Educação diária
Merenda
Alimento todo dia
Uniforme
Entregue a cada ano
Bíblia
Devocional na escola

Imagens do Haiti

Faça uma criança sorrir no Haiti

Sua oferta sustenta um colégio, alimenta uma criança e leva o evangelho às montanhas. Unindo o Brasil para evangelizar o mundo.

Quero contribuir

Um voto que
abriu uma ilha

No ano 2000, após ser diagnosticado e depois curado de um câncer, o Pr. Cesino Bernardino fez um voto a Deus: abriria um projeto missionário em Cuba. Comissionado para a missão, o pastor Silas de Souza partiu sem saber como ingressar na ilha e buscou orientação na República Dominicana sobre como atuar num país comunista.

Ao chegar, encontrou resistência: foi desafiado pelo pastor local a provar que era realmente um missionário. Deveria abrir uma frente na província de Sancti Spíritus, região árdua para o crescimento da igreja. Após muitas visitas e muita oração, agregou aos Gideões os primeiros 40 missionários cubanos, sob a liderança do Pr. Arnel Alfonso e da Prª. Migdalis Salomon.

Hoje, 25 anos depois, o Projeto Cuba conta com 640 missionários sustentados pela obra, celebrando o batismo de 244.488 vidas. Glória a Deus pelo avanço do Reino.

"Missões em Cuba se fazem com os pés dos que vão, os joelhos dos que oram e as mãos dos que dão."
— Projeto Cuba · Gideões

O trabalho realizado

Sob restrições que proíbem templos, cultos públicos e literatura, a obra se reinventa: casas-culto, evangelismo de porta em porta, bicicletas e socorro em remédios e alimentos, tudo aliado à pregação da Palavra.

Casas-culto

Proibida a construção de igrejas, cada missionário divide a própria casa: metade moradia, metade templo. São mais de 3 mil casas-culto pela ilha.

Evangelismo corpo a corpo

Sem cultos públicos nem literatura liberada, valentes missionários pregam de porta em porta, em células familiares e nas ruas — sem temor.

Missão sobre duas rodas

Sem indústria automobilística e sob embargo, a bicicleta é o meio mais viável. Todo ano os Gideões enviam bicicletas para o evangelismo.

Socorro em remédios

Em meio à falta de medicamentos, cada dipirona, vitamina e antibiótico enviado salva vidas — e abre portas para o Evangelho.

Assistência alimentar

As igrejas preparam e repartem refeições com o pouco que têm — arroz, feijão e carne de porco — sustentando famílias em extrema necessidade.

Batismos nas águas

A cada campanha, centenas descem às águas — turmas de 53 batizados num só dia, fruto de semeadura com lágrimas.

25 anos de colheita

De 40 missionários cubanos a um exército de obreiros: onde o regime impõe escassez, Deus multiplica frutos. Estes são alguns números que traduzem vidas alcançadas pela ilha.

640
Missionários sustentados
244 mil
Vidas batizadas nas águas
3 mil+
Casas-culto pela ilha
3 mi
Pessoas evangelizadas

Províncias & frentes atendidas

Sancti Spíritus · sede Ratibonico · administração Santa Clara Ciego de Ávila Camagüey Cienfuegos +3.700 igrejas 41 mil células familiares

A sede está em Ratibonico, província de Sancti Spíritus, no centro da ilha — de onde a obra se estende por cinco províncias, administrada com zelo e transparência há 25 anos.

25 anos de frutos

De 40 missionários cubanos em 2000 a 640 sustentados pela obra — mais de 3 milhões de pessoas evangelizadas e 244.488 vidas batizadas nas águas.

São mais de 3 mil casas-culto e 41 mil células familiares, onde a igreja proibida de erguer templos transforma cada lar em altar.

A cada campanha anual, a semeadura com lágrimas vira festa: mais de 14 mil convertidos numa só semana — prova de que, quanto mais escassez e perseguição, mais a igreja cresce.

Cada remédio é
uma porta aberta

Cuba atravessa uma crise severa: não há remédio, comida, combustível nem energia. Uma simples dipirona, barata no Brasil, vale ouro na ilha e salva vidas que clamam por socorro.

Os Gideões enviam medicamentos, vitaminas, óculos e alimentos que os missionários distribuem com zelo, conforme a necessidade de cada um. Onde o governo falha, a igreja se torna refúgio do enfermo e do faminto.

"Tive fome e me destes de comer." É o Evangelho integral: a Palavra aliada ao pão.

R$ 100
Sustenta um missionário por mês
Bicicleta
O transporte do evangelismo
Remédio
Vale ouro na ilha hoje
+3 mil
Casas-culto pela ilha
Outro lado

Dificuldades do campo

Regime comunista Igrejas proibidas Cultos públicos vetados Falta de remédios Fome e escassez de comida Cortes de energia Sem combustível Carros de antes de 1959 Evangelismo de bicicleta Vigilância do governo Salários baixíssimos

Galeria de fotos

Cuba precisa de você

Com R$ 100 você sustenta um missionário cubano por um mês. Sua oferta vira remédio, pão, bicicleta e Evangelho numa ilha onde crer custa caro. Não retire as mãos de Cuba.

Quero contribuir

Coragem no país
das guerrilhas

A Colômbia, conhecida mundialmente pela máfia do tráfico, pelos cartéis e pelas FARC, é um dos países-alvo dos Gideões na tarefa da evangelização mundial. A missão transcultural é um desafio para todos, mas o despreparo e o medo não detêm homens e mulheres que têm por objetivo pregar o Evangelho.

Em território onde, em algumas localidades, são os grupos guerrilheiros que ditam as normas, espancando, ameaçando e até matando os que anunciam Cristo, duas missionárias aceitaram corajosamente o desafio de abrir o trabalho. Hoje são três: Keyla Cordeiro, Cleuseni Lopes e Clarice dos Santos.

Uma das maiores dificuldades é a língua: o espanhol não é totalmente adotado pelas comunidades distantes, que falam dialetos nativos como o wayuu. Ainda assim, a obra cresce, cultos e visitas diárias, e muitas almas se convertendo ao Senhor Jesus Cristo.

"Os que semeiam com lágrimas ceifarão com alegria; aquele que leva a preciosa semente voltará com alegria, trazendo consigo os seus feixes."
— Salmo 126:5-6

As ganhadoras de almas

Venezuelana · 13+ anos na Colômbia

Miss. Keila Cordeiro

Chamada desde os 7 anos; fundou o trabalho vindo de Maracaibo (Venezuela). Pastoreia, ensina, batiza e celebra, uma ganhadora de almas destemida.

Co-fundadora do projeto

Miss. Cleuseni Lopes

Atravessou da Venezuela à Colômbia com Keila para abrir o campo. Incansável na evangelização das comunidades e no cuidado das famílias.

Gaúcha · destemida

Miss. Clarice dos Santos

Deixou a vida secular e cruzou o continente. Lidera o trabalho social e infantil, levando alimento e esperança em meio à fome extrema.

O trabalho realizado

A meta é clara: pregar a Palavra, salvar almas, discipulá-las e prepará-las para o anúncio do Evangelho. Em meio à fome e ao medo, o foco nunca se perdeu e a obra não para de crescer.

Cultos e plantação de igrejas

Cultos no templo e ao ar livre, ensino bíblico, Santa Ceia, batismos e cerimônias, onde faltam obreiros, as missionárias fazem tudo.

Evangelismo infantil

Através da música, mais de 100 crianças por ponto são atraídas aos cultos ao ar livre, corações pequenos tocados pelo Evangelho.

Combate à fome

Em cada ponto de pregação, alimentação reforçada às crianças e cestas básicas às famílias que vivem em casas de barro e papelão.

Conselharia e libertação

Acompanhamento profundo pela Palavra, jejum e oração, resgatando vidas das drogas, do álcool e do desespero.

Batismos nas águas

Vidas descendo às águas do mar Caribe, turmas de 27, 30 e mais, fruto de semeadura com lágrimas.

Cuidado dos refugiados

Acolhimento dos venezuelanos vulneráveis que cruzam a fronteira, unindo o Evangelho à assistência prática.

Onde a obra chega

A base missionária está em Maicao, onde foi erguido e inaugurado o templo central "Vinha de Jesus", hoje cartão-postal de um bairro que cresceu ao seu redor.

O trabalho se estende a Uribia, Manaure (junto ao mar Caribe) e à localidade da Pista, onde uma irmã doou o terreno para os cultos. São cerca de uma hora e meia entre os pontos, por isso a conquista de um carro missionário foi resposta de oração.

Frutos & conquistas

  • Templo central de Maicao construído e inaugurado
  • Batismos no mar Caribe, turmas de 27 e mais de 30 vidas
  • Carro missionário adquirido pelas ofertas dos contribuintes
  • Mais de 100 crianças alcançadas em cada ponto de pregação

Um templo que
brotou no meio do mato

Onde havia apenas mato, ergueu-se a construção mais bonita da região. Com o salário das missionárias e as ofertas dos contribuintes, pedra por pedra, nasceu um templo amplo e bem acabado, porque Deus merece o melhor.

Ao redor dele, formou-se um bairro inteiro. Hoje o templo é o cartão-postal da localidade: refúgio para o cansado, o oprimido e o doente, e casa de batismo, restauração e renovação de famílias.

"Não importa o lugar onde elas hoje estiverem — seus nomes estão escritos no Livro da Vida."

2011
Primeira igrejinha em Maicao
3
Congregações no campo
Caribe
Águas batismais em Manaure
Wayuu
Povo indígena alcançado
Território perigoso

Dificuldades do campo

Guerrilha e cartéis Ameaças a quem prega Dialeto wayuu Fome extrema Casas de barro e papelão Água puxada por jumentos Calor fora do comum Refugiados da Venezuela Localidades distantes Grande colônia árabe Zona de fronteira

Imagens da Colômbia

Sustente esta obra valente

Cada oferta sustenta as missionárias, alimenta crianças famintas e leva o Evangelho à tribo Wayuu. Em terra de guerrilha, sua contribuição é semente que ceifa com alegria.

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