A conquista de um novo território

Missões na Colômbia

Ao longo de quase 47 anos, Deus tem sido fiel, da primeira missionária enviada em 1979 à Patagônia, ao Litoral e a Buenos Aires. "O Senhor Deus tem sido fiel."

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Coragem no país
das guerrilhas

A Colômbia, conhecida mundialmente pela máfia do tráfico, pelos cartéis e pelas FARC, é um dos países-alvo dos Gideões na tarefa da evangelização mundial. A missão transcultural é um desafio para todos, mas o despreparo e o medo não detêm homens e mulheres que têm por objetivo pregar o Evangelho.

Em território onde, em algumas localidades, são os grupos guerrilheiros que ditam as normas, espancando, ameaçando e até matando os que anunciam Cristo, duas missionárias aceitaram corajosamente o desafio de abrir o trabalho. Hoje são três: Keyla Cordeiro, Cleuseni Lopes e Clarice dos Santos.

Uma das maiores dificuldades é a língua: o espanhol não é totalmente adotado pelas comunidades distantes, que falam dialetos nativos como o wayuu. Ainda assim, a obra cresce, cultos e visitas diárias, e muitas almas se convertendo ao Senhor Jesus Cristo.

"Os que semeiam com lágrimas ceifarão com alegria; aquele que leva a preciosa semente voltará com alegria, trazendo consigo os seus feixes."
— Salmo 126:5-6

As ganhadoras de almas

Venezuelana · 13+ anos na Colômbia

Miss. Keila Cordeiro

Chamada desde os 7 anos; fundou o trabalho vindo de Maracaibo (Venezuela). Pastoreia, ensina, batiza e celebra, uma ganhadora de almas destemida.

Co-fundadora do projeto

Miss. Cleuseni Lopes

Atravessou da Venezuela à Colômbia com Keila para abrir o campo. Incansável na evangelização das comunidades e no cuidado das famílias.

Gaúcha · destemida

Miss. Clarice dos Santos

Deixou a vida secular e cruzou o continente. Lidera o trabalho social e infantil, levando alimento e esperança em meio à fome extrema.

O trabalho realizado

A meta é clara: pregar a Palavra, salvar almas, discipulá-las e prepará-las para o anúncio do Evangelho. Em meio à fome e ao medo, o foco nunca se perdeu e a obra não para de crescer.

Cultos e plantação de igrejas

Cultos no templo e ao ar livre, ensino bíblico, Santa Ceia, batismos e cerimônias, onde faltam obreiros, as missionárias fazem tudo.

Evangelismo infantil

Através da música, mais de 100 crianças por ponto são atraídas aos cultos ao ar livre, corações pequenos tocados pelo Evangelho.

Combate à fome

Em cada ponto de pregação, alimentação reforçada às crianças e cestas básicas às famílias que vivem em casas de barro e papelão.

Conselharia e libertação

Acompanhamento profundo pela Palavra, jejum e oração, resgatando vidas das drogas, do álcool e do desespero.

Batismos nas águas

Vidas descendo às águas do mar Caribe, turmas de 27, 30 e mais, fruto de semeadura com lágrimas.

Cuidado dos refugiados

Acolhimento dos venezuelanos vulneráveis que cruzam a fronteira, unindo o Evangelho à assistência prática.

Onde a obra chega

A base missionária está em Maicao, onde foi erguido e inaugurado o templo central "Vinha de Jesus", hoje cartão-postal de um bairro que cresceu ao seu redor.

O trabalho se estende a Uribia, Manaure (junto ao mar Caribe) e à localidade da Pista, onde uma irmã doou o terreno para os cultos. São cerca de uma hora e meia entre os pontos, por isso a conquista de um carro missionário foi resposta de oração.

Frutos & conquistas

  • Templo central de Maicao construído e inaugurado
  • Batismos no mar Caribe, turmas de 27 e mais de 30 vidas
  • Carro missionário adquirido pelas ofertas dos contribuintes
  • Mais de 100 crianças alcançadas em cada ponto de pregação

Um templo que
brotou no meio do mato

Onde havia apenas mato, ergueu-se a construção mais bonita da região. Com o salário das missionárias e as ofertas dos contribuintes, pedra por pedra, nasceu um templo amplo e bem acabado, porque Deus merece o melhor.

Ao redor dele, formou-se um bairro inteiro. Hoje o templo é o cartão-postal da localidade: refúgio para o cansado, o oprimido e o doente, e casa de batismo, restauração e renovação de famílias.

"Não importa o lugar onde elas hoje estiverem — seus nomes estão escritos no Livro da Vida."

2011
Primeira igrejinha em Maicao
3
Congregações no campo
Caribe
Águas batismais em Manaure
Wayuu
Povo indígena alcançado
Território perigoso

Dificuldades do campo

Guerrilha e cartéis Ameaças a quem prega Dialeto wayuu Fome extrema Casas de barro e papelão Água puxada por jumentos Calor fora do comum Refugiados da Venezuela Localidades distantes Grande colônia árabe Zona de fronteira

Imagens da Colômbia

Sustente esta obra valente

Cada oferta sustenta as missionárias, alimenta crianças famintas e leva o Evangelho à tribo Wayuu. Em terra de guerrilha, sua contribuição é semente que ceifa com alegria.

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