Vencendo as guerras com a mensagem da cruz

Missões no Sudão

Um dos lugares de maior risco para a fé cristã no mundo: com população majoritariamente não cristã, converter e discipular crianças é ato de extrema ousadia. Mesmo assim, Deus tem aberto portas e a obra avança abaixo do radar, em clubes bíblicos e no discipulado de uma nova geração.

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Uma fé que avança
no silêncio

Atuar nesta nação exige o cumprimento estrito de protocolos de segurança. O país figura historicamente entre os lugares de maior risco para a fé cristã no mundo, com população majoritariamente não cristã, acima de 90%.

 

Converter e discipular crianças e jovens é considerado ato de extrema ousadia e perigo. Por isso, o treinamento e os clubes bíblicos operam de forma discreta, focando no desenvolvimento do caráter e no apoio social, para evitar retaliações de autoridades e de grupos extremistas locais. É a igreja subterrânea: invisível aos olhos, viva no Espírito.
 
Mesmo assim, o Senhor tem aberto portas sobrenaturais no coração das famílias através de dois polos de atendimento infantil, o Polo Refúgio e o Polo Alvorada, na Província Central e na Região do Rio Branco.
"A igreja de Cristo tem sofrido tamanhas perseguições por seguir a Jesus, e principalmente, por pregar a mensagem de Salvação."
— Gideões Missionários
O outro lado

Dificuldades do campo

Perseguição religiosa severa Crise de refugiados Conflitos e guerra civil Estado de maioria islâmica Fome e seca Falta de água Cristianismo restrito Campo em formação Envio em preparação Deserto e calor extremo

A obra que
Deus tem feito

Apesar das barreiras de segurança, o Senhor abre portas no coração das famílias. Cada criança alcançada gera um escudo de respeito ao redor do projeto.

Polos de
atendimento infantil

Dois polos discretos, Refúgio e Alvorada, alcançam crianças e pré-adolescentes pelo desenvolvimento do caráter e o apoio social. No 1º tri de 2026, 177 tomaram a decisão de seguir a Cristo.

Liderança
local nativa

Dez professores voluntários da própria comunidade assumiram o risco de discipular esses pequenos grupos, garantindo que a obra cresça de dentro, conduzida por filhos da terra.

Seminários
de liderança

Dois seminários de treinamento avançado para o trabalho com a infância, em dois estados de alta vulnerabilidade, equiparam 25 professores com ensino estruturado, claro, bíblico e seguro.

Igrejas
domésticas

Três jovens de 17 anos buscam, pelo testemunho e pela sabedoria, levar seus pais a estabelecer altares de oração e leitura bíblica em casa, passo crucial para a sobrevivência da fé sob perseguição.

Entreguei minha vida a Cristo

Nos polos de atendimento infantil, muitos frequentavam o projeto apenas por obrigação. Foi estudando as jornadas de integridade e fidelidade de homens de Deus no cativeiro que “Tarek”, 17 anos, percebeu que precisava tomar uma decisão.

 

Ele rompeu com as práticas religiosas tradicionais da família e se rendeu ao Senhor, sabendo que, neste país, essa escolha tem um preço. Hoje, sua oração é por coragem para usar a própria voz e compartilhar a fé com os amigos.

Entreguei minha vida a Cristo. Minha oração agora é que Deus me dê coragem e use a minha voz para compartilhar essa fé, mesmo sabendo dos riscos.

"Tarek" · 17 anos
Identidade protegida · campo de risco

Aprendi a estruturar as verdades eternas e compreendi a urgência de pregar aos pequenos. Recomecei meu ministério com uma folha em branco, totalmente consagrada.

"Amira" · professora
Líder comunitária · nome protegido

Recomeçar com uma folha em branco

“Amira” leciona para crianças em sua comunidade há muitos anos, sob tensão constante. Foi um dos 25 professores equipados nos dois seminários de treinamento avançado realizados no primeiro trimestre.

 

O treinamento mudou completamente sua perspectiva: ela aprendeu a estruturar as verdades eternas em fases e entendeu a urgência de alcançar os pequenos neste tempo de crise, blindando teologicamente a igreja subterrânea.

Imagens da África

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Um sonho na
travessia do rio

A obra na Tanzânia começou de forma sobrenatural: um pastor africano, Pr. Jaque Cimpaye, recebeu em sonho a visão de uma família brasileira que ajudaria a evangelizar os Massai. Num barco que cruzava a fronteira entre Moçambique e Tanzânia, conheceu o Pr. Moreira, que lhe falou sobre o trabalho do Pr. Ronaldo. Deus confirmou ali: era ele.

 

Quando o Pr. Ronaldo Eugênio pisou na Tanzânia, sentiu a alegria de quem chega em casa. Em pouco tempo o Pr. Jaque, que só falava o suaíli, passou a falar português, e o projeto se consolidou. Já existiam 4 igrejas em 4 aldeias; hoje há escola, hospital, refeições, batismos.

 

Os Massai são um povo fechado, primitivo, que sobrevive da caça e do pastoreio em uma região de 3.000 km² de savana. Convivem com leões, hienas, elefantes — e mulheres ainda dão à luz debaixo de árvores, atraindo predadores. Foi por causa disso que o Rei Taú pediu, chorando, ao Pr. Ronaldo: “socorra nossas mulheres”.
"Deus me falou que a partir de hoje o projeto missionário da Tanzânia é para o senhor cuidar."
— Pr. Jaque Cimpaye, ao Pr. Ronaldo Eugênio

Salvação, escola
e parto seguro

Onde a savana é fronteira entre o homem e o animal selvagem, levamos a Palavra junto com aquilo que sustenta a vida, alimento, alfabetização e cuidado materno.

Hospital
Maternidade

Pré-inaugurado em junho de 2024 a pedido do Rei Taú. Construído em 8 meses na savana, com US$ 50 mil de investimento. O governo apoiou com energia e poço artesiano.

Escola de
Alfabetização

105 crianças e adolescentes alfabetizadas, aprendendo inglês e a Palavra. Todos recebem uniforme. Tudo no meio da savana, com leões e hienas como vizinhos.

Igrejas
nas aldeias

Iniciamos com 4 igrejas em 4 aldeias entre os Massai. A cada 2 meses o Pr. Ronaldo viaja para dar assistência espiritual — voos de 3.000 km.

Arroz com
Feijão

O Projeto Arroz com Feijão também chegou às tribos Massai — alimentação diária para crianças que conviviam com a desnutrição.

O outro lado

Dificuldades do campo

Maioria muçulmana e animista Cultura Massai tradicional Partos sem assistência Água escassa na savana Calor e longas caminhadas Suaíli e dialetos Malária e doenças endêmicas Aldeias dispersas na savana Pouca escolaridade Resistência ao evangelho

O que Deus tem feito entre os Massai

O que Deus tem feito entre os Massai. Da maternidade erguida em meio aos leões ao batismo de um rei, conheça em detalhes as frentes que sustentam a obra na Tanzânia e no Quênia, cada uma transformando vidas em nome de Cristo.

Mulheres que pariam debaixo de árvores agora têm um hospital

O Rei Taú procurou o Pr. Ronaldo chorando: leões atacavam mulheres em trabalho de parto na savana, atraídos pelo cheiro do sangue, e o hospital mais próximo ficava a 200 km de distância.

Diante do clamor, os Gideões ergueram em apenas 8 meses uma maternidade no coração da savana, pré-inaugurada em junho de 2024. O próprio governo da Tanzânia reconheceu a obra e passou a apoiá-la.

Hoje, a estrutura atende uma população de mais de um milhão de pessoas espalhadas por 14 aldeias, levando dignidade, vida e o evangelho a um povo antes desassistido.

Crianças que não liam a Bíblia agora também aprendem inglês

A escola nasceu de um pedido de um líder Massai, que se entristecia ao ver adultos e crianças incapazes de ler a Palavra de Deus por nunca terem aprendido a ler.

Hoje, 105 alunos estudam diariamente, recebem aulas de alfabetização e de inglês e participam de um devocional todos os dias antes das lições, conhecendo a Cristo desde cedo.

Cada aluno recebe gratuitamente o seu uniforme escolar, removendo uma das maiores barreiras de acesso ao ensino para as famílias mais pobres da savana.

O próprio rei confessou publicamente Jesus como Senhor

O Rei Taú, líder principal da tribo Massai, é um homem humilde que reconheceu Jesus como Rei dos reis e desceu às águas do batismo diante do seu povo.

 

Para a cultura Massai, esse foi um marco espiritual profundo: quando o rei se converte, a tribo inteira escuta e o caminho do evangelho se abre nas aldeias.

 

A conversão do rei tem aberto portas para o avanço da obra em toda a região, consolidando a confiança do povo no trabalho dos missionários.

Pastores quenianos sustentados cruzando fronteiras

A obra dos Gideões na Tanzânia não para nas fronteiras do país: ela atravessa para o Quênia, onde 20 pastores recebem ajuda financeira mensal para se dedicarem à pregação.

 

A cada três meses, os missionários enfrentam voos de cerca de 3.000 km para levar esse suporte, fortalecer os obreiros e acompanhar de perto o crescimento das igrejas.

 

É uma missão sem fronteiras, em que dois países são alcançados a partir de uma única base, multiplicando o impacto de cada oferta dos contribuintes.

Imagens da Tanzânia

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Fé que vive na discrição

Zanzibar é uma ilha islâmica de mais de um milhão de habitantes, a 200 km da costa africana, dominada pelos árabes, um dos lugares mais difíceis do mundo para a evangelização cristã.
 
Por cautela, o trabalho dos Gideões em Zanzibar é mantido em sigilo. Há 5 anos a igreja cresce em salas alugadas bem retiradas, sem placa, sem propaganda. Já existe um terreno comprado, mas o templo ainda não foi construído, a perseguição religiosa é real e iminente.
 
Mesmo assim, várias pessoas se converteram ao evangelho de Cristo. Obreiros locais atendem o trabalho. Em breve será implantado também o Projeto Arroz com Feijão para crianças islâmicas, uma das formas mais eficazes de alcançar a próxima geração.
"Por cautela, o templo ainda não foi construído. A obra avança em silêncio."
— Relato do Pr. Ronaldo Eugênio
O OUTRO LADO

Dificuldades do campo

99% muçulmana Igreja que se reúne em segredo Perseguição a convertidos Evangelismo proibido Cultos clandestinos Exclusão de quem aceita Cristo Bíblias escassas Suaíli e árabe Vigilância constante Acesso só por mar

Discretos mas firmes

Onde a perseguição é real, a obra não para, apenas escolhe o silêncio. Cada conversão é um milagre; cada culto, um ato de coragem.

Cultos
em sigilo

Realizados em salas alugadas bem retiradas, sem placas externas, sem propaganda. Os irmãos chegam discretamente; o louvor é contido. O Espírito age.

Terreno
comprado

Deus deu condições de adquirir um terreno na ilha. O templo, porém, ainda aguarda — a construção visível atrairia perseguição. Oração para o momento certo.

Arroz com Feijão
(em breve)

O Projeto Arroz com Feijão chegará às crianças islâmicas da ilha. Alimentar e ensinar a Palavra é uma das formas mais eficazes de alcançar quem o muezim cala.

Discipulado
de convertidos

Várias pessoas já se converteram ao evangelho. Os obreiros locais discipulam um a um, à parte do olhar da comunidade.

Imagens de Zanzibar

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O coração
do Projeto África

O trabalho dos Gideões em Moçambique começou em 1996 quando o fundador, Pr. Cesino Bernardino, enviou a missionária Maria Riselda Oliveira a Cuamba, na província do Niassa, onde dois anos depois ela fundaria o ITEC, Instituto Teológico de Cuamba.

Hoje a obra se ramifica em várias frentes: Pr. Ronaldo Eugênio (Projeto Arroz com Feijão, batismos em massa, plantio de igrejas), missionária Márcia Figura em Nampula (casamentos coletivos), o casal Fernando e Mirthe em Quelimane (Escolinha Gênesis, igreja multiplicadora), a missionária Josy em Dondo e Tica (Mana Semanal) e a missionária Riselda em Cuamba e Metarica, com o ITEC, que já formou centenas de obreiros.

Nas aldeias mais remotas, os cultos ainda acontecem debaixo de árvores, mas a obra não para de avançar. Onde havia apenas mato, levantam-se igrejas; onde reinava o vazio, multiplicam-se vidas rendidas a Cristo, e cada novo crente se torna semente de uma nova comunidade.

"Missões se faz agora, ou nunca mais."
— Pr. Cesino Bernardino, fundador dos Gideões
O outro lado

Dificuldades do campo

Cultos debaixo de árvores Fome — Arroz com Feijão Falta de água potável Malária e cólera Enchentes e ciclones Línguas locais (macua, sena) Casamentos sem registro Carência de obreiros formados Aldeias remotas Pobreza extrema Presença islâmica no norte

Tudo o que acontece
em Moçambique

Da escola teológica em Cuamba à mesa de refeição na aldeia, da regularização do casamento ao templo na savana, o trabalho cobre toda a vida.

ITEC · Educação Cristã

Instituto Teológico de Educação Cristã do Pr. Ronaldo, na cidade da Beira: internato gratuito de 3 meses, interdenominacional, com material, higiene e subsídio à família, aulas de música e certificado com Bíblia de estudo.

Arroz com Feijão

7 localidades alimentadas diariamente — Muda, Mituxira, Nhamatanda, Munhonha, Jhones Segredo. Antes do prato, a Palavra. R$ 50/mês por criança.

Batismos e templos

200 batizados em Beira, 47 em Quelimane, 41 em Namacurra. Igrejas em Nahaloco, Bebedo, Mulapane, Restauradora e dezenas de aldeias.

Casamentos coletivos

A Pr.ª Márcia regulariza casais — documentação, B.I., orientação matrimonial, ternos, vestidos. A 4ª edição em Namacurra reuniu 101 casais.

Colheita em Sofala · Dondo

Pela missionária Josy Rocha e o esposo Carlos Alface, em Dondo (Sofala): discipulado de 400 crianças, acompanhamento de 250 famílias, ~28 visitas missionárias/mês e 768 Bíblias distribuídas. Rumo à implantação de uma igreja local, com terreno em aquisição e poço já em operação.

Florescer África · Cuamba

Escola que educa e evangeliza filhos de famílias muçulmanas em Cuamba (Niassa), pelo casal Francis e Izabel Lubrino. Cada matrícula pede uma nova sala.

Quelimane · Zambézia

O casal Fernando e Mirthe venderam tudo e imigraram em 2010. Hoje lideram a Escolinha Gênesis e uma igreja multiplicadora que rompeu fronteiras pelo país.

ITEM · Metarica

O Instituto Teológico em Metarica, dirigido pela incansável missionária Riselda, segue firme e frutífero, capacitando obreiros para o serviço ao Reino.

Projetos-âncora de Moçambique.

Institutos para a formação de obreiros

O ITEC — Instituto Teológico de Educação Cristã, do Pr. Ronaldo Eugênio, é um internato intensivo de três meses, 100% gratuito e interdenominacional. Os alunos recebem material, higiene e um subsídio mensal para a família, além de aulas de música. A 7ª turma graduou 32 obreiros em 2024.

O ITEM — Instituto Teológico em Metarica nasceu do trabalho da missionária Riselda, que chegou a Moçambique em 1990 e fundou o instituto em Cuamba em 1998. Já formou centenas de obreiros, e, pelo Centro Novo Começo, levou mais de mil crianças muçulmanas a Cristo. É interdenominacional, com mensalidade simbólica (50 meticais), 30 disciplinas e forte trabalho social.

Projeto Arroz com Feijão

Antes de irem para a escola, as crianças de 3 a 10 anos recebem um prato de arroz, feijão e suco. Durante o preparo do almoço, elas são evangelizadas, ouvem a Palavra de Cristo e louvam ao Senhor.
 
Há 8 anos no campo, o projeto alimenta cerca de 1.300 crianças por dia em sete núcleos, em duas nações, Moçambique e Tanzânia, ao custo de cerca de R$ 50 por criança ao mês. Em Moçambique alcança Munhonha, Três Tanques, Tica, Muda, Nhamatanda, Mikusi e Gondola.
 
Ao lado da base missionária, uma escola de alfabetização em fase de conclusão, com cinco salas, cozinha, refeitório e biblioteca, atenderá cerca de 300 alunos. Em breve, mais dois núcleos serão abertos.

Casamentos Coletivos

Sob a liderança da missionária Márcia, em Nampula, o Projeto Casamento Coletivo já celebrou mais de 300 uniões desde 2018, numa região majoritariamente islâmica, onde a poligamia e a prostituição ainda são desafios espirituais.

A maioria dos casais nunca teve sequer certidão de nascimento. Os Gideões custeiam o B.I., a documentação, a orientação matrimonial, os ternos e os vestidos, restaurando famílias e discipulando-as para viver os princípios divinos do matrimônio.

Desde 2008, a obra em Nampula avança com cerca de 24 obreiros, plantando igrejas e capacitando líderes em localidades como Pururu, Najucuva, Napuri e Namicope.

Galeria de fotos

Ajude a obra missionária em Moçambique

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Começou no coração do fundador Cesino Bernardino

O trabalho dos Gideões na África começou pela visão do saudoso Pr. Cesino Bernardino, fundador dos Gideões Missionários da Última Hora, que enviou as primeiras famílias missionárias para Moçambique. Entre elas, a missionaria Riselda Oliveira, que há mais de 25 anos está em Cuamba, província do Niassa, onde fundou em 1998 o ITEC — Instituto Teológico de Cuamba.

Hoje o campo se estende a Nampula, Beira, Zambézia, Maputo e Namacurra, sob lideranças como o missionário Ronaldo Eugênio (Arroz com Feijão, Tanzânia e Zanzibar), a missionária Márcia de Fátima Figura (Nampula, casamentos coletivos), o casal Fernando e Mirthe (Zambézia/Quelimane), o casal Francis e Izabel Lubrino (Cuamba) e a missionária Joseslaine (Josy) (Dondo e Tica).

Nas regiões em que atuam, nossos missionários enfrentam falta de recursos, perseguigiões, catastrofes naturais, malária recorrente e em alguns lugares conflitos armados. Mas a paixão pelas almas não vê obstaculos para que a obra continue.

"Missões se faz agora, ou nunca mais."
— Pr. Cesino Bernardino
O outro lado

Dificuldades do campo

Avanço do islamismo Risco de perseguição religiosa Fome e desnutrição Falta de água potável Malária, cólera e HIV Centenas de línguas e dialetos Povos sem a Bíblia traduzida Analfabetismo Pobreza extrema Religiões tribais e animismo Catástrofes naturais Aldeias remotas sem estrada

Cinco campos
Um mesmo chamado

Por se tratar do continente mais pobre do mundo, além do foco na evangelização, nossa obra desenvolve ações sociais para proporcionar qualidade de vida a quem nada tem.

Ação social, ensino
e salvação

Em cada país, a fé caminha aliada às obras. Conheça, num só lugar, os projetos que sustentam a obra africana, de Moçambique à Tanzânia, do Quênia a Zanzibar e ao Sudão, devolvendo dignidade e levando Cristo a quem nada tem.

Moçambique

Arroz com Feijão

Um prato por dia tira crianças da desnutrição: antes da escola, recebem arroz, feijão e suco, e ouvem a Palavra. Pela Miss. Ronaldo Eugênio, desde 2017.

Moçambique

ITEC / ITEM

Instituto Teológico de Educação Cristã, sob o Miss. Ronaldo e Institutos teológicos em Metarica, sob a Miss. Riselda, que formaram centenas de obreiros: teologia, evangelismo infantil e música.

Moçambique

Florescer África · Cuamba

Escola que educa e evangeliza filhos de famílias muçulmanas, pelo casal Francis e Izabel Lubrino. Cada matrícula pede uma nova sala.

Moçambique

Mana Semanal · Dondo e Tica

Refeições regulares e disciplina a crianças vulneráveis, pela Miss. Joseslaine (Josy), somadas ao projeto Água e Vida, levando água potável às comunidades.

Moçambique

Quelimane · Zambézia

O casal Fernando e Mirthe venderam tudo e imigraram em 2010. Hoje lideram a Escolinha Gênesis e uma igreja multiplicadora que rompeu fronteiras.

Moçambique

Casamentos coletivos

Regularização de casais com documentação, B.I., orientação, ternos e vestidos, restaurando dignidade diante de Deus. Pela Miss. Márcia, em Nampula.

Tanzânia

Hospital Maternidade Massai

Onde mulheres davam à luz debaixo de árvores, ergueu-se em 8 meses uma maternidade na savana, a pedido do Rei Taú. Antes, o hospital ficava a 200 km.

Tanzânia

Escola & Rei Taú

Escola de alfabetização com 105 alunos, inglês e devocional diário, e o batismo público do Rei Taú, marco espiritual para todo o povo Massai.

Quênia

Apoio aos quenianos

A obra atravessa a fronteira: 20 pastores quenianos sustentados mensalmente, alcançados por voos de 3.000 km a cada três meses.

Zanzibar

Fé na discrição

Numa ilha 99% muçulmana, uma igreja cresce em silêncio, sob risco de perseguição. O evangelho avança com sabedoria, oração e coragem.

Sudão

Campo em perseguição

Em meio a conflitos e à fome, frentes de evangelismo e apoio a refugiados sustentam novos convertidos onde crer custa caro.

Imagens da África

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