Um clamor, um púlpito vazio

Missões no Maranhão

Entre os babaçuais da Mata dos Cocos, o Evangelho alcança comunidades quilombolas e famílias quebradeiras de coco babaçu, em povoados isolados da zona rural de Vargem Grande.

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Uma visão à
margem da estrada

O Projeto Maranhão – Mata dos Cocos foi assumido pelos Gideões em 21 de fevereiro de 2025. Nasceu como fruto da visão do Missionário Luciano, direcionado pelo Espírito Santo a um local à margem da BR.

Hoje, o trabalho é conduzido pelo missionário Roberto Carlos, na região da Mata dos Cocos, área rural próxima ao município de Vargem Grande, no Maranhão.

O público alcançado são comunidades predominantemente quilombolas e famílias extrativistas, as quebradeiras de coco babaçu, que vivem da economia de subsistência dos babaçuais.

São realizados três cultos por semana, com frequência média de 15 irmãos congregando, além de visitantes. Desde o início dos trabalhos, mais de 50 vidas já foram alcançadas pelo Evangelho.

"A ação evangelizadora na Mata dos Cocos exige uma postura de presença e escuta."
Diretriz estratégica do projeto
O outro lado

Dificuldades do campo

Estradas de terra intransitáveis na chuva Povoados isolados nos babaçuais Escassez de agentes missionários Falta de energia estável e conectividade Sem espaços próprios para reuniões Economia de subsistência do babaçu Conflitos agrários e disputas territoriais Êxodo rural dos jovens Sincretismo e pajelança cabocla Analfabetismo e baixa escolaridade

O que a obra enfrenta

Da logística nos babaçuais às tradições centenárias, a evangelização na Mata dos Cocos exige sabedoria, paciência e métodos adaptados à realidade do povo local.

Logística e geografia

Povoados e assentamentos isolados nos babaçuais, com estradas de terra intransitáveis no período chuvoso.

Carência de apoio

Escassez de agentes missionários para cobrir a grande dispersão geográfica da região.

Infraestrutura

Falta de energia estável, conectividade e espaços próprios para a realização das reuniões.

Rotina exaustiva

A dependência da economia de subsistência do babaçu limita a disponibilidade de tempo dos moradores.

Tensões locais

Conflitos agrários e disputas territoriais exigem sabedoria no posicionamento da missão.

Perda de jovens

O êxodo rural em busca de oportunidades reduz a presença de jovens nas reuniões.

Sincretismo arraigado

Forte presença do catolicismo popular, elementos de matriz africana e pajelança cabocla, exigindo diálogo respeitoso em vez de imposição dogmática.

Tradições centenárias

Resistência natural às mudanças rápidas de hábitos e costumes doutrinários.

Linguagem e capacitação

O analfabetismo exige métodos orais, visuais e sonoros; e é preciso formar lideranças entre os próprios moradores.

Imagens do Maranhão

Ajude o evangelho no Maranhão

Sua oração e sua oferta sustentam o missionário que alcança as comunidades quilombolas e as quebradeiras de coco babaçu na Mata dos Cocos.

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Uma obra que Começou no rádio

A história desta obra não começou num grande templo nem numa multidão, mas em algo simples: uma transmissão de rádio. Por volta de 2005, o programa “Portas Abertas”, do Pr. Luciano Caetano, cruzava cidades e lares pelas ondas sonoras e Deus tinha um encontro marcado com a cidade de Ipueira/RN.

Ali, uma senhora que sofria com depressão e dependia de remédios sintonizava o programa musical que antecedia a pregação. Num dia em que o céu parecia silencioso, ela continuou ouvindo e foi alcançada pela mensagem da cruz. A Palavra entrou onde nenhum remédio chegou, e sua vida foi restaurada.

Pouco depois, uma mulher conhecida na cidade como rezadeira também foi alcançada: recebeu um milagre, abandonou as antigas práticas e passou a servir ao Senhor. Duas vidas tornaram-se o início de algo muito maior.

"Grandes coisas fez o Senhor por nós, e por isso estamos alegres."
— Salmos 126:3

O trabalho realizado

O trabalho missionário vai muito além das paredes dos templos: é evangelismo, ação social e presença constante nas comunidades rurais do sertão onde Deus faz florescer o que se semeia em solo seco.

Evangelismo pelas ondas

Tudo começou no rádio: o programa "Portas Abertas" cruzou estradas e lares, e Deus marcou um encontro com o sertão potiguar.

Construção de templos

Ipueira, Projeto Palma e São João do Sabugi — marcos visíveis do que Deus iniciou de forma invisível nos corações.

Cestas básicas

Distribuição de alimentos às famílias das comunidades rurais, levando pão e dignidade ao semiárido.

Natal Missionário de Fé

O tradicional Natal e a programação especial no Dia das Crianças, fazendo o sertão sorrir a cada fim de ano.

Visitas às comunidades

Quilômetros percorridos até os Projetos Boa Vista e Boa Esperança — casas visitadas, orações feitas, lágrimas enxugadas.

Batismos e discipulado

Vidas restauradas pelo Evangelho que se firmam na fé — mais de 200 alcançadas ao longo dos anos.

O outro lado

Dificuldades do campo

Sol e calor do semiárido Solo seco e estiagem Estradas de chão entre campos Deslocamento entre os projetos Comunidades rurais isoladas Rezas e tradições a vencer Templo ainda em conclusão Falta de obreiros formados Famílias em necessidade Sementes em solo seco Campo que ainda clama

Uma obra que
Deus edificou

De uma transmissão de rádio aos cultos debaixo de uma mangueira, e destes aos templos firmados no sertão: vinte anos do agir de Deus no Rio Grande do Norte.

Cidades & comunidades atendidas

Ipueira · base São João do Sabugi Projeto Palma Projeto Boa Vista Projeto Boa Esperança Comunidades rurais do Seridó

O coração da obra está em Ipueira e no Projeto Palma — templos ativos que anunciam o Evangelho diariamente. Em São João do Sabugi, o templo construído em 2025 está em fase final de conclusão.

  1. 2005

    O programa de rádio "Portas Abertas", do Pr. Luciano Caetano, alcança Ipueira/RN — duas vidas transformadas dão início à obra.

  2. 2006

    Começam os primeiros cultos, visitas e orações; é erguido o primeiro templo em Ipueira.

  3. 2011

    Nova frente em São João do Sabugi: os cultos começam debaixo da sombra de uma mangueira, ao ar livre.

  4. 2014

    Inauguração do templo no Projeto Palma, ampliando o alcance da obra.

  5. 2019

    O Pr. Cláudio Santos assume o campo, dando continuidade ao trabalho iniciado pelo Pr. Luciano.

  6. 2025

    O templo de São João do Sabugi entra em fase final de conclusão — mais um marco da obra.

Imagens do Rio Grande do Sul

O sertão continua clamando

Ajude a concluir o templo de São João do Sabugi, a sustentar novos obreiros e a levar o Evangelho às comunidades rurais. "Até aqui nos ajudou o Senhor." (1 Samuel 7:12)

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Um clamor por água
que virou avivamento

O Projeto Ceará teve início em 2006, quando o Pr. Antonio José Bezerra, pastor em Tauá, a 360 km da capital, na Vila Joaquim Moreira foi até Camboriú (SC) pedir ajuda diante da carência de água e alimento, além da necessidade de apoio espiritual.

Diante do clamor, o saudoso Pr. Cesino Bernardino, fundador dos Gideões, passou a adotar famílias de obreiros. Famílias de missionários seguem até hoje realizando o trabalho de evangelismo e assistência social no sertão.

O desafio geográfico é monumental: Tauá é o segundo maior município do Ceará em área, com 4.018 km² totalmente inseridos na Caatinga. Cobrir essa imensidão sob o sol escaldante, em estradas de terra, faz de cada visita a um irmão isolado uma vitória da persistência sobre a distância.

 

Aos desafios do clima soma-se a luta espiritual: a região é epicentro de uma das maiores manifestações de idolatria do estado, na Vila de Marrecas, onde a festa de “Jesus, Maria e José” se tornou a terceira maior romaria do Ceará, com peregrinações a pé de até 26 km.
 
Diante das fortalezas, os valentes do sertão não recuam: onde há idolatria, levam a Palavra da Verdade; onde há a aridez da caatinga, manifestam a Água da Vida. A Obra avança a cada dia, com cultos nos templos e campais, cruzadas evangelísticas, discipulado e batismos nas águas.
"O sertão vai virar mar — e a sede de água tornou-se sede da Palavra de Deus."
— Projeto Ceará · Gideões

Assistência, templos
e evangelismo no sertão

No semiárido cearense, os Gideões unem a pregação da Palavra ao cuidado com o corpo, levando água, alimento e dignidade às comunidades da caatinga.

Cultos
e cruzadas

Cultos nos templos e campais, cruzadas evangelísticas e discipulado, seguidos do batismo nas águas. Igrejas crescem com 40, 70, 100 e 140 membros.

Construção
de templos

Apoio à construção e reforma de templos, banheiros e compra de terrenos. Atualmente, 3 templos sendo erguidos em localidades do interior.

Ministério
infantil

O legado da saudosa Missª. Rose revolucionou o sertão: muitas crianças aceitaram Jesus e hoje, jovens e adolescentes, permanecem nos caminhos do Senhor.

Natal
Missionário de Fé

No fim de cada ano, as crianças do sertão recebem a festa do Natal: brincadeiras, balas e presentes, celebrando o nascimento de Jesus e coroando o trabalho no campo.

O outro lado

Dificuldades do campo

Sol e calor extremosFalta de água potávelEstiagem prolongadaSolo árido e caatingaEstradas de chão batidoComunidades rurais isoladasFome e pobreza360 km da capitalÊxodo ruralTemplos sem estruturaCrianças sem assistência

Os campos atendidos
no sertão dos Inhamuns

Localidades & congregações

Tauá Vila Joaquim Moreira Belo Alto Divisa CE · PI Sertão dos Inhamuns Comunidades rurais Igrejas do interior

Assistência no campo

Água potável Alimentação Construção de templos Compra de terrenos Ministério infantil
A 360 km de Fortaleza, na divisa com o Piauí, a estiagem é severa. Cada poço, cada cesta e cada templo é fruto da fé e da generosidade que sustenta a obra.

Imagens do Ceará

Leve água e vida ao sertão

Sustente uma família missionária, ajude a erguer um templo ou a levar o Natal às crianças da caatinga. No Ceará, sua oferta mata a sede do corpo e da alma.

Quero contribuir

Uma jornada de fé
que começou aos 20 anos

Em 1988, aos 20 anos de idade, o missionário Pr. Agnaldo Belo Barreto, ainda solteiro, foi enviado pelos Gideões Missionários da Última Hora de Camboriú (SC) para a cidade de São Jorge, na Guiana Francesa. Ali iniciou um trabalho missionário com a etnia Palikur, dando também assistência à aldeia central Kumenê.

De volta ao Brasil em 1989, casou-se com Marinete Machado e retornou ao Amapá para abrir trabalho na Vila do Carvão, município de Mazagão, sua cidade natal. Lá construíram o primeiro templo e batizaram os primeiros crentes.

Ao longo de mais de três décadas, o Pr. Agnaldo percorreu em canoa à vela e a remo os rios do arquipélago do Bailique, pastoreou em Pracuúba, Maruanun, Santana, Fazendinha e hoje lidera o trabalho missionário em Oiapoque, retornando à fronteira onde tudo começou, para continuar alcançando os indígenas que tanto ama.

Hoje, os Gideões atuam em mais de 25 campos indígenas no Amapá e na Guiana Francesa, sendo o Pr. Agnaldo o terceiro vice-presidente da CEMEADAP, convenção à qual pertence desde 1988. Está em curso também a construção do Templo Central da Assembleia de Deus do Oiapoque, um sonho de muitos anos do povo de Deus.

"Eis que eu te colocarei como cabeça neste estado."
— Profecia recebida em 1990 · Pr. Júlio do Pandeiro

Evangelismo, embarcações
e amor nas aldeias

Os Gideões utilizam embarcações, ação social e a Palavra de Deus para alcançar etnias indígenas e comunidades ribeirinhas nas margens dos rios e arquipélagos do Amapá, prevenindo doenças e pregando o evangelho.

Evangelismo
e plantação de igrejas

Aldeias indígenas e comunidades ribeirinhas são alcançadas com o evangelho. Igrejas são implantadas com obreiros treinados para que se governem, sustentem e propaguem a fé.

Missão
fluvial

De canoa, lancha e embarcação, os missionários percorrem rios e arquipélagos, incluindo o Bailique e o Rio Cassiporé, para alcançar comunidades acessíveis apenas pela água.

Ação social
e prevenção

Distribuição de bíblias, literaturas, roupas, calçados e brinquedos. Orientação sobre saúde e prevenção de doenças nas comunidades ribeirinhas, evangelho que cuida do corpo e da alma.

Missão
além-fronteira

O trabalho ultrapassa as fronteiras do Brasil, alcançando a Guiana Francesa, nas comunidades de Sainte George, Korrou, Cayenne e Saint Lourran, levando o evangelho a povos de diferentes nações.

O outro lado

Dificuldades do campo

Canoa à vela contra a maré Rios e igarapés encachoeirados Arquipélago do Bailique isolado Epidemias de cólera e malária Aldeias indígenas distantes Barreira linguística (Palikur) Fronteira com a Guiana Francesa Energia e sinal escassos Manutenção das embarcações Comunidades só pela água Combustível caríssimo

Pr. Agnaldo Belo Barreto · 37+ anos de obra

Uma vida entregue
às etnias do Amapá

A jornada do Pr. Agnaldo é marcada por momentos de fé inabalável. Em 1991, no Bailique, quando uma epidemia de cólera dizimava a vila vizinha, Deus usou seu servo para proteger a vila evangélica Macedônia: nenhum crente foi atingido, enquanto a vila católica do outro lado do rio sofria a tragédia.

Em Pracuúba (1993–1995), sem recursos para erguer um novo templo, o Pr. Agnaldo e obreiros iam à mata tirar açaí para vender enquanto as irmãs preparavam e comercializavam o produto, assim financiando pedra por pedra a construção da igreja.

Em 2013 foi empoçado em Oiapoque, retornando à fronteira onde tudo havia começado. Em 2017, entregou oficialmente a Lancha “Cesino Bernardino” aos Pastores Indígenas da Aldeia Kumaruma, em homenagem ao fundador dos Gideões, dando suporte ao trabalho missionário nas remotas regiões oiapoquenses.

1988

Enviado à Guiana Francesa

Aos 20 anos, enviado pelos Gideões a São Jorge para trabalhar com a etnia Palikur e a aldeia Kumenê. A obra nasceu longe do Brasil, em solo estrangeiro, movida apenas pela fé.

1991

Fé vence a epidemia no Bailique

O arquipélago foi assolado pela cólera. Na vila evangélica Macedônia, onde o Pr. Agnaldo pastoreava, Deus prometeu proteção, e nenhum crente foi atingido, mesmo usando a mesma água do rio.

2017

Lancha "Cesino Bernardino"

Entrega oficial da lancha aos Pastores Indígenas da Aldeia Kumaruma. Em homenagem ao saudoso fundador dos Gideões, a embarcação serve ao trabalho missionário nas terras oiapoquenses até hoje.

Mais de 25 campos
no Amapá e além

Aldeias indígenas, comunidades ribeirinhas e missões na Guiana Francesa, cada campo representa famílias alcançadas e igrejas plantadas no coração da Amazônia Oriental.

Campos no Brasil

Cassiporé Anawera Samaúma Kurypy Manga Tuluhí Kubahí Benoah Kumenê Kamuwiah Poaytketh Amomyh Espírito Santo Santa Isabel Jondefh Pacaphoá Flamã Kumarumã Vila Brasil Camopí Clevelandia do Norte Vila Vitória + outros campos
Campos localizados principalmente na região de Oiapoque e ao longo dos rios do estado do Amapá.

Missão na Guiana Francesa

Sainte George Korrou Cayenne Saint Lourran

O trabalho missionário ultrapassa a fronteira, alcançando comunidades na Guiana Francesa, território ultramarino francês, onde a etnia Palikur é o principal povo atendido desde o início da obra em 1988.

Imagens do Amapá

Leve o evangelho rio adentro

Sustente uma família missionária, abasteça uma lancha ou ajude a erguer o Templo Central do Oiapoque. No Amapá, sua oferta cruza fronteiras.

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A obra que nasceu
na serra

Santa Catarina é o berço dos Gideões. O início do ministério do saudoso fundador, Pr. Cesino Bernardino, foi na cidade de Urubici, na serra catarinense e por mais de 10 anos ele atuou como 1º Tesoureiro da Convenção da Assembleia de Deus de SC e Sudoeste do Paraná.

Conhecendo de perto as dificuldades da região, ele assumiu as igrejas de Anitápolis, Urubici, Bom Retiro e Santa Rosa de Lima, vinculando-as ao Campo de Camboriú e auxiliando-as financeiramente. Com o tempo, Urubici e Bom Retiro cresceram e se tornaram campos independentes.

Na gestão do Pr. Zilmar Melquíades Miguel presidente dos Gideões e da AD de Camboriú desde dezembro de 2018, e também 1º Tesoureiro da Convenção, o apoio foi ampliado para muitas outras cidades de SC e do sudoeste do Paraná.

"Podemos avançar na evangelização em outros estados e nações, mas não podemos esquecer dos que estão por perto."
— Pr. Zilmar Melquíades Miguel · presidente dos Gideões

O trabalho realizado

Aqui a missão é também urbana: sustentar igrejas pequenas, cuidar de pastores e restaurar a imagem de Cristo na vida dos descrentes sem sentenciar ninguém à exclusão do Reino (Mt 22), indo em busca de todos, inclusive dos marginalizados.

Auxílio financeiro mensal

Apoio mensal a igrejas da Assembleia de Deus em pequenas cidades de SC e do sudoeste do PR, onde os desafios na obra são grandes.

Missão urbana

Buscar a restauração da imagem de Cristo na vida dos descrentes — sem sentenciar ninguém previamente à exclusão do Reino (Mt 22).

Sustento de templos

Igrejas vinculadas ao Campo de Camboriú recebem apoio para manter portas abertas e o Evangelho anunciado.

Cuidado com os pastores

Os pastores à frente dessas igrejas testemunham a importância de receber, todo mês, esse apoio dos Gideões.

Campos que amadurecem

Como Urubici e Bom Retiro, que começaram vinculados a Camboriú e se tornaram campos independentes e autossustentáveis.

Sem esquecer os de perto

"Podemos avançar em outros estados e nações, mas não podemos esquecer dos que estão por perto."

Perto e presente

Décadas de apoio constante mantêm acesa a chama do Evangelho nas pequenas cidades — algumas já caminhando com as próprias pernas, outras ainda firmadas pelo auxílio mensal dos Gideões.

27
Cidades apoiadas
22
Em Santa Catarina
5
No sudoeste do Paraná

Cidades que recebem auxílio

Santa Catarina · 22 cidades
Anitápolis Bom Retiro Santa Rosa de Lima Angelina Vidal Ramos Papanduva Vargem Princesa Itapuá Saudades São Bonifácio São João do Oeste Sul Brasil Bom Jesus do Oeste Coronel Martins Lindóia do Sul Iporã do Oeste Ipuaçu Tigrinhos Xavantina São Pedro de Alcântara Pérola do Oeste
Sudoeste do Paraná · 5 cidades
Marmeleiro Manfrinópolis Mariópolis Nova Esperança do Sudoeste Pinhal de São Bento
O outro lado

Dificuldades do campo

Serra catarinense fria Pequenas cidades do interior Congregações pequenas Igrejas sem auto-sustento Distâncias no oeste do estado Missão urbana e rural Invernos rigorosos Templos a manter Campos em formação Pastores que precisam de apoio Não esquecer os que estão por perto

Imagens da obra

Comece o apoio por perto

Sustente as pequenas igrejas da serra e do oeste catarinense e do sudoeste do Paraná. São cidades pequenas, mas os desafios da obra de Deus ali são grandes.

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De uma casa de taipa
a cinco congregações

O missionário Josenildo e a missionária Elizangela servem ao Senhor no sertão entre Pernambuco e Paraíba. O início foi marcado por muitos desafios: chegaram à região sem recursos e com apenas quatro irmãos na fé, morando em uma simples casa de taipa e percorrendo os povoados em uma carroça puxada por um jumento.

Por cerca de seis meses, trabalharam sem qualquer apoio ministerial. Durante onze anos não tiveram acesso à energia elétrica. Foi por um pequeno rádio de pilha que ouviram as mensagens do pastor Luciano Rodrigues, que fortaleceram a fé e renovaram a esperança de continuar.

Foi nesse período que nasceu o contato com os Gideões. Há cerca de 12 ou 13 anos, a obra passou a receber apoio, tornando-se parceira na expansão do Reino na região. Pela graça de Deus, o trabalho cresceu e hoje conta com cinco congregações entre os dois estados.

"Até aqui nos ajudou o Senhor."
1 Samuel 7.12

O trabalho realizado

A obra une evangelismo, oração e ação social. Entre povoados distantes e longas jornadas na lavoura, o evangelho avança com perseverança, e Deus confirma o chamado com curas, libertações e vidas transformadas.

Evangelismo na zona rural

Anúncio do evangelho nos povoados do sertão, perseverando junto a famílias que enfrentam longas jornadas na agricultura.

Cinco congregações

A obra cresceu de quatro irmãos na fé a cinco congregações espalhadas entre Pernambuco e Paraíba.

Oração, cura e libertação

Um ministério que atende a qualquer hora, inclusive na madrugada, em casos de enfermidade, sofrimento espiritual e crises familiares.

Aconselhamento

Muitos que ainda não professam a fé procuram a casa do missionário em busca de oração e direção para suas vidas.

Ação social

Atendimento às necessidades das famílias mais vulneráveis, possível graças ao apoio dos contribuintes, em meio à escassez do sertão.

Vidas transformadas

Ao longo dos anos, inúmeras respostas de Deus, curas, libertações e vidas transformadas pelo poder do evangelho.

O que Deus edificou

De quatro irmãos a cinco congregações, cada oferta sustenta uma obra que cresce em solo difícil.

Onde a obra chega

Sertão de Pernambuco Divisa com a Paraíba Cinco congregações Povoados rurais Comunidades agrícolas Casa de oração

A obra se estende pela zona rural entre os dois estados, onde muitas famílias trabalham na agricultura e enfrentam longas jornadas, o que torna a perseverança parte essencial da missão.

Frentes da obra

A frente principal é o evangelismo rural, levado de povoado em povoado, e o ministério de oração, cura e libertação, que atende a qualquer hora, inclusive na madrugada.

Muitos que ainda não professam a fé procuram a casa do missionário em busca de oração e aconselhamento, e encontram acolhimento e direção.

Ao evangelho soma-se a ação social: o atendimento às famílias mais vulneráveis, possível graças ao apoio dos contribuintes, fazendo diferença real em meio à escassez do sertão.

Onde a obra começou

Dificuldades do campo

Casa de taipa Carroça e jumento 11 anos sem energia Rádio de pilha Dificuldades climáticas do sertão Longas jornadas na lavoura Escassez de emprego Povoados distantes Madrugadas de oração Região muito carente Famílias na agricultura

Imagens de Pernambuco

Sustente a obra no sertão

Cada oferta, oração e gesto de apoio tem sido fundamental para que esta obra continue avançando. Aquele que chamou continua sustentando e expandindo o trabalho para a glória do Seu nome.

Quero contribuir

O evangelho
que chega a cavalo

“Gideões chegou ao Vale do Jequitinhonha!”, é assim que a missionária Sueli costuma glorificar a Deus ao testemunhar a chegada do apoio missionário a uma das regiões mais desafiadoras do Brasil.

Há mais de nove anos, ela e sua família dedicam suas vidas à obra evangelizadora no Vale, em Minas Gerais. Movidos pelo amor de Cristo, têm desbravado comunidades distantes, enfrentando dificuldades que poucos conseguem imaginar.

Quando o veículo simples não vence as estradas precárias, ela segue viagem montada em seu fiel companheiro de jornada: um cavalo que, por anos, tem sido instrumento para que o evangelho alcance os lugares mais remotos. Nenhuma barreira tem sido capaz de detê-la.

"Quando Deus chama, Ele também sustenta. E enquanto houver uma alma para alcançar, ela continuará avançando."
— Testemunho da Miss. Sueli

O trabalho realizado

Em cada visita, a missionária encontra histórias marcadas pela pobreza e pela escassez. Ainda assim, segue firme atravessando quilômetros de estradas de terra para levar ajuda material e, principalmente, o evangelho de Jesus Cristo a seis comunidades carentes.

Evangelismo nos povoados

Pregação da Palavra de Deus em comunidades esquecidas, levando as Boas-Novas a quem nunca as ouviu.

Cultos domésticos

Visitas aos lares e cultos nas casas, alcançando famílias em extrema vulnerabilidade social.

Cestas básicas

Distribuição de alimentos às famílias, para que possam alimentar seus filhos.

Roupas e agasalhos

Doação de roupas às famílias carentes das seis comunidades atendidas.

Medicamentos

Apoio em momentos de enfermidade, levando remédios a quem não tem acesso à saúde.

Esperança e restauração

Mais que ajuda material: a mensagem transformadora que restaura esperanças e muda destinos eternos.

Onde a obra chega

6 comunidades carentes Povoados remotos Lares em vulnerabilidade Estradas de terra Trechos só a cavalo

São inúmeras as famílias socorridas: muitas recebem uma cesta básica; outras encontram apoio na enfermidade — todas têm a oportunidade de ouvir as Boas-Novas de salvação.

Jesus Cristo continua salvando, curando e transformando vidas no Vale do Jequitinhonha.

Cestas básicas Roupas Medicamentos Cultos domésticos Evangelismo
O outro lado

Dificuldades do campo

Clima quente e semiárido Longos períodos de seca Estradas precárias de terra Trechos vencidos a cavalo Caminhos de difícil acesso Comunidades esquecidas Fome e escassez de alimentos Falta de medicamentos Extrema vulnerabilidade Quilômetros entre povoados Falta de recursos básicos

Galeria de fotos

Leve o evangelho Vale adentro

Sustente a missionária Sueli, abasteça as cestas básicas e ajude a alcançar as comunidades esquecidas do Jequitinhonha. Sua oferta vence as distâncias.

Quero contribuir

Do sertão
ao litoral

A jornada em Alagoas começou em 2004, logo após três anos de trabalho pioneiro no Amapá, de onde os missionários Raimundo & Iranilza foram enviados pelo saudoso Pr. Cesino Bernardino para este projeto.

Foram 15 anos de ministério no Sertão Alagoano. Hoje, a base de trabalho está estabelecida no litoral do estado: os cultos acontecem em um templo terrestre, mas já há um terreno próprio em construção, dando continuidade à missão confiada.

A congregação conta com cerca de 20 irmãos associados, cuidados com amor para que permaneçam constantes e avancem firmes na seara do Senhor — porque “até aqui nos ajudou o Senhor”.

"Sempre abundantes na seara e na vinha do Senhor."
— Miss. Raimundo & Miss. Iranilza
O outro lado

Dificuldades do campo

Projeto recente no litoralTemplo em construçãoCongregação pequenaFamílias em necessidadeEnfermos e idosos em casaCalor litorâneo intensoSustento da obraVisitas casa a casaDo sertão ao marAssistência diáriaDiscipulado constante

O trabalho realizado

A obra em Alagoas é feita de proximidade: cultos, oração, sacramento e assistência levados casa a casa — firmando cada vida na fé, do sertão ao litoral. A congregação reúne cerca de 20 irmãos associados, cuidados com amor para que permaneçam constantes na seara do Senhor.

Cultos de ensino e família

Cultos de ensino, de oração e da família, fortalecendo os irmãos na doutrina e encorajando-os a permanecer firmes na fé.

Santa Ceia

Celebrada mensalmente no templo — e levada com zelo aos lares dos idosos e enfermos impossibilitados de comparecer.

Visitas bíblicas

Semanais, aos parentes dos membros da congregação, abrindo novos lares para a Palavra de Deus.

Orações por cura

Orações por cura e milagres nas residências, com assistência diária a quem solicita apoio espiritual.

Culto da Família

Reunindo os lares em torno da Palavra e da comunhão, edificando cada família na fé.

Cesta Básica Mensal

Ação social recém-implantada que abençoa e apoia as famílias da igreja em suas necessidades materiais.

A caminhada da obra

  1. 2001

    Trabalho pioneiro no Amapá, enviados pelo saudoso Pr. Cesino Bernardino.

  2. 2004

    Fundação do Projeto Alagoas — base no Sertão Alagoano.

  3. 15 anos

    Ministério no sertão: cultos, discipulado, oração e visitas.

  4. Hoje

    Nova fase no litoral: templo terrestre e terreno próprio em construção.

  5. Agora

    Implantada a Cesta Básica Mensal, apoiando as famílias da igreja.

Frentes de trabalho

Litoral de Alagoas Sertão Alagoano Templo terrestre Terreno em construção Lares dos membros Idosos e enfermos

Assistência

Cesta Básica Mensal Orações por cura Visitas domiciliares Santa Ceia nos lares Assistência diária

Galeria de fotos

Leve o evangelho ao mundo

Sua oferta vence distâncias e alcança comunidades que jamais ouviram o nome de Jesus.

Quero contribuir

Onde falta tudo,
menos a

Em um lugar tão pobre e desconhecido por grande parte dos brasileiros, os Gideões trabalham através de homens e mulheres que renunciam diariamente ao conforto para evangelizar povoados onde não há água, luz nem nenhum tipo de saneamento básico.

Muitos desses povoados descendem de famílias que fugiam de fazendas onde eram escravizadas e passaram a viver como refugiados desprovidas de bens, alimentação e estrutura. A forte herança cultural africana permanece presente na região, enquanto práticas religiosas e crenças espirituais diferentes tornam a evangelização um grande desafio.

Os missionários enfrentam de perto a fome, o trabalho e a prostituição infantil, o espiritismo e o descaso das autoridades. Por isso a estratégia começa pelas crianças: ao aceitarem a Cristo, abrem-se as portas para alcançar pais e famílias inteiras.

"Fazer missões é transpor barreiras: amar, pregar e viver. Nós contamos com você."
— Gideões Missionários da Última Hora
O outro lado

Dificuldades do campo

Água só de barreiro e cacimba Até 5 anos de seca Povoados sem luz Sem saneamento básico Trabalho infantil Prostituição infantil Rituais e espiritismo Fome e desnutrição Alta mortalidade infantil Estradas de chão e cidades distantes Dependência do caminhão-pipa

O trabalho realizado

Os missionários não levam somente o evangelho: levam pão, água e dignidade. A fé aliada às obras transforma o contexto social de povoados inteiros, uma criança, um poço, um templo de cada vez.

Evangelismo das crianças

A obra começa pelos pequenos: ao aceitarem a Cristo, abrem-se as portas para alcançar pais e familiares de povoados inteiros.

Água para o sertão

Perfuração de poços artesianos, cisternas e o envio de caminhões-pipa quando até os reservatórios secam.

Máquinas de costura

Mulheres carentes aprendem uma profissão e recebem, a cada semana, palestras e ensino fundamentados na Palavra de Deus.

Ação social

Doação de alimentos, roupas, calçados e água, porque a fé deve estar sempre aliada às obras.

Construção de templos

Pedras fundamentais lançadas e igrejas erguidas pelos próprios missionários nos povoados mais isolados.

Batismos nas águas

Vidas transformadas descem às águas batismais, em muitos povoados, pela primeira vez na história do lugar.

Cajazeiras: semeando em silêncio

Na cidade de Cajazeiras, no sertão do Piauí, o missionário Salustiano lidera a obra em meio a um cenário de intensos desafios. A pregação do Evangelho esbarra em duas grandes barreiras: a forte idolatria enraizada na cultura local e a oposição das autoridades municipais, que tentam impor restrições às atividades evangelísticas alegando prática de proselitismo.

Diante desses impedimentos públicos, a estratégia adotada foi o avanço de forma silenciosa e perseverante, por meio do projeto “Culto nos Lares Zaqueu 1”. Focada nas residências, a equipe missionária segue orando, lançando a semente e pregando a Palavra de Deus com profunda coragem e fé.

Matar a sede
e a fome

Dois clamores, uma só resposta: levar água à terra rachada e pão à mesa vazia. Diante de até 5 anos de seca, nasceu um barreiro de 1,5 km para abastecer a Serra Vermelha, fruto de um clamor no rádio ouvido por uma irmã nos Estados Unidos. E, a cada fim de ano, o Natal Missionário de Fé enche de alimento e alegria os povoados esquecidos.

1,5 km
Barreiro construído
32
Povoados abastecidos
5 anos
De seca enfrentada
~R$ 30 mil
Custo de um poço artesiano

Cidades & comunidades atendidas

Serra Vermelha Barro Vermelho Maria Preta 32 povoados Sertão do Piauí Caatinga nordestina

A obra alcança a Serra Vermelha e os 32 povoados ao redor, comunidades isoladas no meio da caatinga, muitas a horas de estrada de chão da cidade mais próxima.

Frentes de assistência

  • Barreiro de 1,5 km e poços artesianos para água potável
  • Caminhões-pipa enviados nas piores estiagens
  • Grande compra de alimentos no Natal Missionário de Fé
  • Máquinas de costura: profissão e a Palavra às mulheres
  • Construção de templos e pedras fundamentais lançadas
  • Brinquedos e doces às crianças que jamais os receberam

Imagens do Piauí

Leve pão e água ao sertão

Um poço, uma cesta, um caminhão-pipa. Sua oferta sacia a sede e a fome de povoados esquecidos, e leva a esperança que só Cristo dá.

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Um clamor
que virou missão

A obra na Paraíba começou há mais de 12 anos, através do clamor do obreiro Luciano dos Santos Caetano, que enviou uma fita VHS mostrando a dura realidade do povo do sertão e pedindo socorro aos obreiros que ali viviam uma vida deplorável.

Seu clamor foi ouvido. Muitos daqueles obreiros passaram a receber apoio financeiro e espiritual, e hoje Luciano Caetano é missionário dos Gideões e coordenador de missões de todo o Nordeste.

O povo atendido nasceu no Brasil, mas muitos nunca foram registrados. Para sobreviver, caminham mais de 25 km a pé, subindo e descendo morros com um balde na cabeça em busca de uma poça de água, muitas vezes contaminada. É a este povo que os Gideões fazem o papel do bom samaritano.

"Cada alma que ganhamos aqui é cada contribuinte que ofertou e orou. Vale a pena fazer missão no sertão."
— Pr. Hueslen Ricardo Santos (in memoriam)
O outro lado

Dificuldades do campo

Sol de quase 40° Seca severa e prolongada 25 km a pé por água Água contaminada Pessoas sem registro civil Alta taxa de analfabetismo Abaixo da linha de pobreza Cultos debaixo de árvores Longas distâncias de terra Morte de animais e plantações Resistência ao evangelho

Novos campos, vidas resgatadas

Do sertão de Cacimba de Areia à maior comunidade cigana da América Latina, Deus tem levantado missionários e renovado visões para alcançar os excluídos da Paraíba.

Cacimba de Areia

A obra começou por volta de 2004, quando o Pr. Luciano, ao passar pela Serra Bonita, ouviu pela rádio FM um pedido de socorro. Iniciada numa garagem, espalhou-se por Vila do Amor, Marreca, Serra Preta e Boa Vista, até precisar de uma pausa em 2008.

Em 2023, o Pr. Francisco renovou a visão. Sem templo, os cultos aconteciam em casas e embaixo de árvores nas praças, até que o Pr. presidente Luciano Caetano creu que Deus mandava erguer a igreja num terreno próprio, hoje um templo levantado.

4 anos à frente da obra, a missionária Francisca Paulino dá continuidade ao trabalho, com cultos, evangelismos, ações sociais, cestas básicas, Natal Missionário e Dia das Crianças nas comunidades rurais.

160
Vidas alcançadas
4
Projetos no campo
2
Templos, 1 a concluir

Campos sob responsabilidade

Lagoa de Açude Emas Projeto Motorista Papagaio
Desafios: concluir o templo do Projeto Motorista e recursos para o transporte e deslocamento entre os campos missionários.

A água que
brotou da terra

Depois de 80 metros sem água e lágrimas no rosto do sertanejo, a comitiva orou e cantou hinos da harpa. A 46 metros, a água jorrou, 500 litros por hora. Crianças tomaram banho, e Dona Zumira caiu de joelhos agradecendo a Deus.

"Água sairá, viva brotará da fonte que abriu o Senhor."

46m
Profundidade do poço
500L
Por hora em Serra Bonita
12mil
Litros/h na comunidade cigana

Dona Maria, 84 anos, caminhava 5 km duas vezes ao dia por uma lata de água. Hoje, o poço dos Gideões é a única fonte potável para mais de mil famílias da comunidade cigana de Sousa.

Do monturo à comunidade cigana

Foram 18 anos dominado pelas drogas, 14 deles morando nas ruas, revirando lixo para comer. Numa madrugada de dezembro de 2018, fez um voto ao Senhor e, pela graça de Deus, nunca mais voltou ao vício.

Acolhido e discipulado pelo Pr. Luciano no sertão da Paraíba, hoje, há cerca de três anos, serve na maior comunidade cigana da América Latina. Já enfrentou ameaças e perseguições, mas viu a comunidade evangelizada, muitos batizados e jovens ciganos levantados para pregar ao próprio povo.

"Deus me tirou das ruas, da fome e da morte certa para me colocar no campo missionário, anunciando esperança a outros."

Imagens da Paraíba

Abra uma fonte no sertão

Sua oferta perfura poços, enche cestas, ergue templos e leva o evangelho aos excluídos da terra. No sertão da Paraíba, contribuinte, sua oferta muda vidas.

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