Florescendo em uma terra seca

Missões na Bahia

No interior da Bahia, longe da capital da terra de todos os santos, vive um povo sertanejo que dorme na expectativa da chuva. Desde 2009 nossos missionários trilham os agrestes espinhosos — a pé ou de motocicleta, sob o sol causticante, levando o evangelho e a ação social a quem espera por socorro.

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Projeto pão e água
para o sertão

O trabalho missionário na Bahia nasceu em 2009, no interior da Bahia, longe da capital. Ali vive um povo sertanejo, faminto, sem água, que acorda e senta-se à porta de casa esperando que, a qualquer hora, venha a chuva,  para então plantar o milho, o feijãozinho e a macaxeira e poder sobreviver.

Enquanto a chuva não vem, nossos missionários trilham os agrestes espinhosos em busca de almas. Sob um sol causticante, percorrem grandes distâncias a pé ou nas motocicletas enviadas para que cheguem mais longe,realizando cultos, visitas a casas e dinâmicas com as crianças dos povoados.

Hoje a obra se ramifica pelos povoados de Laguna, Barro Vermelho, Poço da Moita e Pedrinha, Murici, Barrocas e Curralinhos e comunidades quilombolas, além de aldeias indígenas no extremo sul. Em Laguna nasce a sede do trabalho, coordenada pelo Pr. Régis Silva.

"Vale a pena investir numa criança, um sorriso, uma alegria depositada num coração."
— Natal Missionário de Fé · sertão da Bahia
O peso do agreste

Dificuldades do campo

Seca o ano todo Água salgada e calcária Chuva raríssima Sol causticante Sem iluminação Estradas difíceis Distâncias a pé Só de motocicleta Falta água até p/ construir Carregar som e cadeiras Povoados isolados Poços inviáveis

A igreja que nasce do
chão batido

Erguer uma igreja no sertão é um milagre de paciência. Falta água até para a obra, a mesma que falta para beber. Os missionários puxam areia da beira da estrada no lombo de um burrinho, peneiram pedra por pedra e improvisam uma rede d’água do vizinho para encher a caixa.

Já foram construídas várias igrejas, e outras seguem em obras graças aos contribuintes. Muitas têm refeitório, onde se serve alimento aos necessitados. Dentro delas acontecem as obras sociais: cestas básicas, roupas, calçados e medicamentos.

Em Laguna nasce a sede de todo o trabalho, uma base de onde o Pr. Régis Silva passa a coordenar seis congregações espalhadas pelo sertão.

Evangelho, igreja
e ação social

No sertão, evangelizar é também socorrer. Levamos a Palavra de casa em casa, erguemos igrejas com refeitório e distribuímos pão, água e esperança a um povo de coração aberto.

Evangelização
sertaneja

Cultos nas casas, visitas a comunidades e dinâmicas em grupo com as crianças dos povoados. A igreja se abre à luz de lampião, com cadeiras e som carregados pela estrada.

Construção
de igrejas

Várias igrejas já erguidas e outras em obras, graças aos contribuintes. Areia puxada no burrinho, água improvisada do vizinho — muitas ganham refeitório para alimentar os necessitados.

Ação
social

Dentro das igrejas, distribuição de cestas básicas, roupas, calçados e medicamentos. Pão e água para quem espera a chuva sentado à porta de casa.

Natal
Missionário

Em dezembro, brinquedos, pula-pula, algodão doce, panetone e a pregação infantil chegam a milhares de crianças do Nordeste. Faça uma criança sorrir neste Natal.

Os povoados atendidos
e as frentes da obra

Da sede em Laguna, os missionários alcançam povoados espalhados pelo agreste, a pé, de moto, atravessando estradas de chão até onde a igreja precisa chegar.

Povoados atendidos

Laguna Barro Vermelho Poço da Moita Pedrinha Barroca Murici Curralinhos Contendas Sambaíba Comunidades quilombolas

Aldeias indígenas

Aldeia Monte Dourado Aldeia Santa Maria Aldeia Águas Belas Reserva do Descobrimento

Frentes da obra

Sede em Laguna Cultos nas casas Construção de igrejas Refeitórios Cestas básicas Roupas & calçados Medicamentos Dinâmicas com crianças Natal Missionário de Fé Evangelismo quilombola Missão indígena
A seca domina o ano todo. Sem água, sem luz e sem estrada fácil, cada frente depende da contribuição mensal dos Gideões para continuar avançando.

Imagens do sertão

Ajude o evangelho no sertão

Sustente um missionário, banque os tijolos de uma igreja, encha uma cesta básica ou ajude a realizar o Natal Missionário de Fé. Cada centavo vira pão, água, evangelho e um sorriso no rosto de uma criança do sertão.x

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No coração da Amazônia, o evangelho navega

O projeto Amazonas dos Gideões começou em 25 de maio de 1985, quando o Pr. Cesino Bernardino, fundador dos Gideões Missionários da Última Hora, foi recebido em Parintins pelo Pr. Raimundo Nonato Cruz Braga com o propósito de levar o evangelho à maior bacia hidrográfica do mundo. Vieram com ele os primeiros missionários: Gideon Pereira de Souza (Baixo Amazonas, Vila de Pedras) e Henrique Freire (Rio Solimões).

Na imensidão da Amazônia, o rio Amazonas conecta centenas de comunidades ribeirinhas, cidades pequeninas, municípios e capitais. Por isso, as embarcações são o principal meio de transporte dos nossos missionários. Às margens dos rios há pessoas em extrema pobreza, isoladas em meio à floresta, carentes de médicos e saneamento, em sua maioria, pessoas que nunca ouviram falar de Jesus Cristo.

Hoje a obra se ramifica por Itacoatiara, Parintins, Barreirinha, o Rio Solimões, a tribo Sateré-Maué (com o missionário Rubén Aguileira, do Chile, há mais de 16 anos na aldeia), Chapeleiro (casal Erisson e Marielisa, sopão e escola bíblica para 105 crianças), Janauacá (Pr. Luciano Marciel, na obra desde 1996), Lago do Cauxi (Pr. José Carlos), e o histórico Barco Clínica Gideão VI, que sai do porto de Itacoatiara duas vezes por mês.

"Amplia as fronteiras — mas não esqueça do Amazonas."
— Palavra profética recebida pelo Pr. Cesino Bernardino
O outro lado

Dificuldades do campo

Combustível caríssimo Cheia e seca do rio Até 2 dias de navegação Sem saneamento básico Comunidades isoladas Chuvas torrenciais Malária e dengue Manutenção do barco Falta de médicos Energia escassa Comunicação precária

O hospital missionário
que navega os igarapés

O Barco Clínica Gideão VI é o ícone do Projeto Amazonas. Há mais de 30 anos sai do porto de Itacoatiara duas vezes por mês, depende da chuva, do nível do rio, dos custos de combustível, e desce os igarapés levando médicos, dentistas, enfermeiros, palestras de prevenção, corte de cabelo e, sobretudo, o evangelho.

Cada viagem alcança até cinco comunidades ribeirinhas, com travessias que duram até dois dias. Os atendimentos começam às 7h e seguem até as 18h. À noite, montamos o culto na própria comunidade, onde Deus tem nos dado almas que nunca tinham ouvido falar de Jesus.

A equipe de bordo costuma reunir comandante, maquinista, enfermeira, médico, dentista, auxiliar de odontologia, barbeiro, cozinheira e missionários. Tripulação pequena, missão imensa.

Saúde, evangelho
e ação social

Na Amazônia, evangelizar é também socorrer. O barco leva médico, dentista, enfermeira, palestras de prevenção, e leva Cristo. Sem um, não chega o outro.

Barco Clínica
Gideão VI

Sai do porto de Itacoatiara duas vezes por mês. Atende cerca de 600 pessoas por viagem em até 5 comunidades, médico, dentista, enfermeira, palestras, corte de cabelo.

Evangelismo
ribeirinho

Cultos nas comunidades à noite, escolas bíblicas dominicais nos barracões de palha, distribuição de Bíblias e literatura. A igreja se abre debaixo das árvores e na beira do rio.

Sopão e
doações

Em Chapeleiro, o casal Erisson e Marielisa serve sopão aos sábados a 105 crianças. Doamos roupas, calçados, escovas, cremes dentais, brinquedos, e muito amor.

Natal
Missionário de Fé

Em dezembro, presentes, doces e cestas para os missionários e suas famílias, e para as crianças ribeirinhas, das tribos, das vilas. Faça uma criança sorrir nesse Natal.

Onde Navegamos
e
Atendemos

Levamos o evangelho, atendimento médico e ação social às comunidades ribeirinhas espalhadas pelos rios e municípios da Amazônia.

Comunidades e Cidades Atendidas

Parintins Itacoatiara Barreirinha Maués Nhamundá Urucará Silves Axinim Borba Novo Aripuanã Manicoré Vila de Pedras Boa Fé Lago do Moura Comunidade Penel Comunidade Janauacá Vila Amazônia Mocambo Caburi Vila Massauari Lago do Macuricanã Paraná do Ramos Tupinambarana + comunidades ribeirinhas
Comunidades distribuídas pelo interior do estado do Amazonas, alcançadas principalmente por embarcações que partem de Itacoatiara e Parintins.

Rios Navegados

Rio Amazonas Rio Madeira Rio Negro Rio Solimões Rio Uatumã Rio Urubu Rio Nhamundá Rio Andirá Rio Maués-Açu Paraná do Ramos Lago do Macuricanã Lago do Moura

O Barco Clínica Gideão VI navega a maior bacia hidrográfica do mundo, levando saúde, evangelho e esperança às comunidades isoladas às margens dos rios e igarapés da Amazônia.

Imagens do Amazonas

Leve o evangelho aos ribeirinhos.

Sua oferta vence distâncias e alcança comunidades que jamais ouviram o nome de Jesus.

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Desbravando as
matas da Tríplice Fronteira

O trabalho missionário dos Gideões no Acre começou em 1988, quando os Gideões Internacionais enviaram o missionário Celso Gregório, seguido por Lázaro Humberto Leme e José Benedito Teodoro. Em 1992 chegou o incansável Pedro Lopes, que abriu inúmeras frentes de trabalho e formou uma geração de obreiros.

Os missionários enfrentam desafios diários, onças, jacarés, cobras, estradas esburacadas, lama, enchentes e distâncias imensas. Mas a paixão pelas almas vence todos os obstáculos: acreanos e bolivianos são alcançados pela Palavra de Deus.

Desde 2007, a missionária Ivonete Queiroz,  hoje coordenadora regional, mantém viva a chama da obra. São famílias que abriram mão do conforto para alcançar quem nunca teve acesso ao evangelho: pessoas que nunca estiveram numa cidade grande, crianças que nunca receberam um brinquedo, comunidades isoladas no coração da floresta.

Entre essas famílias está o casal Roziel e Ana Cássia, adotado pelos Gideões em 2015 através de Pedro Lopes e do Pr. Cesino Bernardino. De Assis Brasil ao Km 160 da Transacreana, mais de uma década atravessando o Acre, da Congregação Galiléia à Raio de Luz e ao Novo Tabernáculo — construindo templos, navegando o Rio Iaco e descendo às águas do batismo.

"A vida aqui na terra é breve. Não podemos perder tempo! Precisamos lembrar que a vida é uma missão."
— Pastor Hueslen Ricardo Santos - IN MEMORIAM

Ação social, evangelismo
e salvação nas selvas

Os Gideões utilizam a ação social como estratégia de evangelização, oferecendo atendimento médico, assistência e o evangelho a comunidades ribeirinhas, indígenas e moradores das matas.

Evangelismo
e plantação de igrejas

Comunidades antes sem nenhuma pregação do evangelho são alcançadas. Igrejas são implantadas com obreiros treinados para que se governem, sustentem e propaguem.

Navegação
e missão na selva

De barco, quadriciclo, moto e a cavalo, os missionários percorrem rios, trilhas e ramais para alcançar comunidades ribeirinhas de difícil acesso dentro da densa floresta amazônica.

Ação social
e assistência

Atendimento médico, transporte de doentes ao hospital, casamentos coletivos, legalização de documentos, doação de alimentos, roupas e calçados às famílias mais carentes.

Natal Missionário
de Fé

Todos os anos, os missionários celebram o Natal com as comunidades atendidas — distribuindo brinquedos a crianças que jamais os receberam e alimentos às famílias carentes.

O outro lado

Dificuldades do campo

Onças, jacarés e cobras Estradas de barro e atoleiros Ramais que somem na cheia Travessias de canoa e balsa Dias de viagem até a comunidade Malária e febres tropicais Sem energia elétrica Comunicação precária Sem saneamento básico Fronteira Bolívia e Peru Combustível caro e escasso

Imagens do Acre

Cada oferta vira evangelho na selva

Sustente uma família missionária, ajude a erguer um templo ou a abastecer um barco. No Acre, sua contribuição alcança quem ninguém mais alcança.

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